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Serial killer

"Assassino do xadrez" é condenado à prisão perpétua

Pichushkin, que trabalhava em um supermercado, diz ter matado 63 pessoas. O russo intoxicava as vítimas e depois as golpeava várias vezes na cabeça com um martelo

Alexander Pichushkin sequer vai ver o sol nascer quadrado durante os próximos 15 anos. Um dos maiores "serial killers" da História foi condenado à prisão perpétua na Rússia por ter assassinado 48 pessoas. A primeira parte da pena - uma década e meia - será passada em isolamento, como o doutor Hannibal Lecter, célebre personagem do cinema.

Pichushkin, que trabalhava em um supermercado, diz ter matado 63 pessoas. O russo intoxicava as vítimas e depois as golpeava várias vezes na cabeça com um martelo. Sua marca registrada, entretanto, era cravar uma garrafa de vodca da cabeça das vítimas. O maníaco não se dava ao trabalho de esconder os corpos. Após saciar a sede de sangue, calmamente voltava para casa. O objetivo de Pichushkin era matar 64 pessoas e preencher todas as casas do tabuleiro de xadrez, sendo conhecido por isso pela alcunha de "Assassino do xadrez". Outros o conheciam como o "Maníaco do Parque", pois agia na maior parte das vezes no Parque Bitsa, em Moscou, ou "Assassino do Martelo".

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