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América do Sul

Bachelet e Chávez firmam acordo e evitam citar bate-boca

Chile e Venezuela firmaram na quarta-feira acordos de cooperação econômica e social, deixando de lado uma dura troca de palavras relativa a uma crítica do Senado chileno ao fim da licença de operação de uma emissora de TV de Caracas.

A presidente chilena, Michelle Bachelet, que iniciou uma visita oficial à Venezuela na véspera da 1a. Cúpula Energética Sul-Americana, se reuniu com seu colega Hugo Chávez para definir uma colaboração em áreas como educação e turismo.

"Na atualidade, nossas relações bilaterais continuam sendo muito importantes. Por isso, com o presidente Chávez revimos todos os pontos da nossa relação bilateral, sem exceção de nenhum tipo", disse Bachelet em discurso após a assinatura dos acordos.

Na área energética, as estatais petrolíferas PDVSA (venezuelana) e Enap (chilena) firmaram um contrato para a certificação de reservas de um bloco da Faixa Petrolífera do Orinoco, no país caribenho.

Os presidentes evitaram citar diretamente o recente incidente entre Chávez e o Senado chileno, que exortou o governo de Bachelet a protestar na Organização dos Estados Americanos pela não-renovação da concessão de operação do canal venezuelano RCTV.

Chávez anteriormente havia defendido sua reação, alegando que suas palavras foram contra o Senado, e não contra o governo, e também acusou a direita chilena de tentar sabotar as relações bilaterais.

"Vamos deixar as diferenças de lado. As situações políticas daqui e de lá, vamos entendê-las e deixá-las para lá. Não permitamos que nos provoquem os que pretendem alterar uma relação histórica", pediu Chávez em seu discurso.

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