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Pessoa lê a primeira edição do Charlie Hebdo após o atentado que matou jornalistas e chargistas | EFE/Yoan Valat
Pessoa lê a primeira edição do Charlie Hebdo após o atentado que matou jornalistas e chargistas| Foto: EFE/Yoan Valat
  • Fila em banca para comprar a edição do Charlie Hebdo após o atentado contra o jornal
  • Mulher lê o Charlie Hebdo enquanto passa ao lado de soldados em Paris
  • Homem lê a edição pós-atentado do Charlie Hebdo em café de Paris
  • Cartaz improvisado em porta de banca em Paris avisa que não há mais Charlie Hebdo à venda. Jornal se esgotou em pouco tempo em muitas bancas

A edição especial da revista satírica "Charlie Hebdo", a primeira lançada após o atentado contra sua sede, se esgotou rapidamente nesta quarta-feira, desde o início da manhã, nas bancas de jornal da França, que chegaram a registrar filas de pessoas interessadas na polêmica publicação.Charlie Hebdo - edição pós-atentadoEm Paris, a maioria das bancas do centro da cidade ficaram sem exemplares antes das 8h locais (5h de Brasília) e dois jornaleiros contaram à Agência Efe que as revistas esgotaram em poucos minutos. A grande procura fez com que a distribuidora da publicação decidisse ampliar a tiragem para 5 milhões de exemplares.

Nas estações do metrô, também se formaram filas em frente aos pontos de venda, que se dispersavam assim que era anunciado o fim dos exemplares da revista.

Vários vendedores de jornais e revistas relataram que não fizeram reservas para os clientes que tinham solicitado porque acreditam que vão receber novas remessas nas próximas horas e nos próximos dias.

A "Charlie Hebdo" tinha informado que a edição especial após o atentado teria uma tiragem de 1 milhão de exemplares, mas acabou elevando esse número para 3 milhões devido aos pedidos do mundo todo.

Na França, a venda nas bancas de jornal será escalonada durante vários dias.

A capa da edição histórica, que mostra o profeta Maomé com um cartaz que diz "Je Suis Charlie" (Eu sou Charlie) e a manchete "Tudo está perdoado", voltou a gerar polêmica no mundo muçulmano.

A edição brasileira do El País na internet reproduziu as páginas centrais do Charlie Hebdo, na versão em português.

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