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Inteligência

CIA usou informantes para monitorar Maduro antes de sua captura, segundo o NYT

Foto de arquivo datada de 3 de março de 2005 mostra funcionário varrendo o saguão da sede da CIA em Langley, Virgínia, EUA.
Foto de arquivo datada de 3 de março de 2005 mostra funcionário varrendo o saguão da sede da CIA em Langley, Virgínia, EUA. (Foto: EFE//DENNIS BRACK)

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Membros do governo venezuelano teriam ajudado a monitorar a localização do ditador Nicolás Maduro, de acordo com a Agência Central de Inteligência (CIA) dos EUA, citada pelo jornal The New York Times. A CIA, segundo as fontes, produziu as informações que levaram à prisão de Maduro monitorando seus movimentos e estilo de vida.

Agentes na Venezuela, trabalhando clandestinamente desde agosto de 2025, coletaram dados cruciais que permitiram o planejamento preciso da operação.

Não foi esclarecido como o informante venezuelano que forneceu dados sobre a localização de Maduro foi recrutado. No entanto, ex-funcionários indicaram que a recompensa de US$ 50 milhões oferecida pelos Estados Unidos por informações que levassem à sua captura pode ter contribuído para a obtenção da cooperação necessária.

Embora a CIA tenha desempenhado um papel central na coleta de informações e no planejamento da missão, a operação foi executada por forças de operações especiais do Exército dos EUA sob autoridade policial, e não como uma missão direta da agência.

Autoridades consultadas pela mídia americana descreveram a operação como fruto de "meses de planejamento meticuloso" e enfatizaram que Maduro estava "sob vigilância" desde o início.

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