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sismologia

Ciência ainda não consegue prever terremotos

Alguns especialistas acreditam que o prognóstico do fenômeno nunca será possível

    • São Paulo
    • Folhapress
    • 20/09/2017 14:40
    Vista aérea de um edifício destruído após o abalo sísmico de 7,1 pontos na escala Richter, na Cidade do México | MARIO VAZQUEZ/AFP
    Vista aérea de um edifício destruído após o abalo sísmico de 7,1 pontos na escala Richter, na Cidade do México| Foto: MARIO VAZQUEZ/AFP

    Meteorologistas conseguem projetar a trajetória de furacões e prever, dentro de uma margem de probabilidades, qual será a intensidade dessas tempestades. Essas informações são usadas para avisar os moradores de regiões que podem ser atingidas; por vezes os governos locais ordenam que as pessoas saiam de casa, como aconteceu recentemente na Flórida.  

    No caso dos terremotos, porém, não é possível avisar com antecedência que eles vão ocorrer. Só é possível, no momento que há um tremor, acionar alarmes sonoros ou por SMS para que moradores saiam de casa ou que sigam o plano de emergência local.  

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    Cientistas sabem que, nas regiões de encontros de placas tectônicas, acontecem tremores com frequência; onde houve um terremoto quase certamente haverá novos sismos no futuro. Mas a ciência ainda não consegue prever quando eles acontecerão, nem que intensidade terão. Há cientistas que acreditam que isso nunca será possível.  

    Cientistas também não identificaram até hoje nenhum acontecimento que seja correlacionado de forma consistente com terremotos. Por exemplo, o fato de haver tremores fracos em uma região não significa que haverá um forte terremoto nos dias que se seguem.  

    Por outro lado, a distribuição dos terremotos no tempo não é totalmente aleatória; eles tendem a acontecer em grupos em uma mesma região. Ainda que isso seja conhecido, porém, não é possível precisar o dia exato em que haverá um novo tremor e com isso avisar as populações.  

    "A previsão de terremotos pode se tornar realidade um dia, mas só quando soubermos muito mais sobre eles", diz o Serviço Geológico dos EUA em sua página. "Atualmente, eles não podem ser previstos."

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