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Confrontos entre manifestantes de extrema-direita e a polícia em Colônia

 | OLIVER BERG/AFP
(Foto: OLIVER BERG/AFP)

A polícia alemã usou gás lacrimogêneo e jatos de água para dispersar um protesto do movimento xenófobo Pegida neste sábado na cidade de Colônia, ao mesmo tempo que os manifestantes lançaram fogos de artifício e garrafas contra os agentes.

Em meio ao barulho das sirenes, a polícia pediu aos manifestantes pacíficos que abandonassem o local.

Centenas de simpatizantes do movimento “Patriotas Europeus contra a Islamização do Ocidente” (Pegida) se reuniram em Colônia, cenário de agressões contra mulheres na noite de Ano Novo.

Cartazes com a frase “Rapefugees not welcome”, um jogo de palavras para acusar os refugiados de estupro, eram exibidos por centenas de militantes de extrema-direita nos arredores da catedral de Colônia, assim como bandeiras da Alemanha.

A manifestação aconteceu de modo pacífico até que um grupo de extremistas começou a atirar objetos contra a polícia.

Segundo as forças de segurança, quase 800 vândalos estavam entre 1.700 pessoas que participaram na manifestação do Pegida.

Um porta-voz do movimento xenófobo pediu a “todos os participantes que retornem para casa”. “Oficialmente, o ato acabou, disse.

Os manifestantes atenderam a uma convocação do movimento “Patriotas Europeus contra a Islamização do Ocidente” (Pegida), criado em 2014 na cidade de Dresden (leste), que tenta aproveitar a comoção provocada pelas agressões sexuais cometidas em Colonia durante 31 de dezembro, na qual participaram vários refugiados, segundo as autoridades.

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