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Guerra no Oriente Médio

Conselho de Segurança da ONU convoca reunião urgente após ataques ao Irã

Reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU ocorre após ataques ao Irã e alerta internacional sobre risco de escalada regional.
Reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU ocorre após ataques ao Irã e alerta internacional sobre risco de escalada regional. (Foto: Fraga Alves/Agência EFE)

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O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) se reunirá em caráter de urgência neste sábado (28). O encontro discutirá a situação no Irã após ataques de Estados Unidos e Israel, confirmou a presidência rotativa à Agência EFE. O Reino Unido preside o órgão pela última vez antes da transição. Os Estados Unidos assumem a presidência em março.

A presidência informou que vários membros solicitaram o encontro emergencial. O pedido motivou a convocação imediata do Conselho. O secretário-geral da ONU, António Guterres, pediu “o fim imediato das hostilidades”. Ele defendeu uma desescalada urgente do conflito.

Guterres alertou para o risco de um conflito regional. Segundo ele, as consequências podem ser imprevisíveis sem medidas de contenção.

Na Europa, embaixadores da União Europeia participarão de reunião extraordinária no domingo. O encontro ocorre após ataques contra o Irã e a resposta militar iraniana. A presidência rotativa cipriota do Conselho da UE confirmou a reunião do Coreper. O Coreper reúne os representantes permanentes dos Estados-membros.

Antes do encontro, a UE promoverá reunião virtual consular. O grupo avaliará a situação de cidadãos europeus na região.

União Europeia mostra preocupação à escalada do conflito de EUA, Israel e Irã

Nas últimas horas, o Irã ampliou a resposta militar. O país atacou bases americanas no Oriente Médio. Teerã também lançou ao menos seis ondas de mísseis contra Israel. A ação seguiu operação dos EUA e de Israel neste sábado.

Os ataques no território iraniano deixaram dezenas de mortos. Fontes oficiais citaram 53 meninas mortas em uma escola.

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, classificou os fatos como “muito preocupantes”. Ela pediu contenção imediata. O presidente do Conselho Europeu, António Costa, fez o mesmo apelo. Ambos defenderam a preservação do regime de não proliferação.

A alta representante da UE, Kaja Kallas, anunciou retirada de pessoal não essencial. Segundo ela, a rede consular atua para facilitar a saída de cidadãos europeus.

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