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Epidemia

Mais de 100 mil pessoas foram infectadas pelo coronavírus em todo o mundo

    • Gazeta do Povo
    • 06/03/2020 08:32
    • Atualizado em 06/03/2020 às 11:24
    coronavírus mundo
    Soldados sul-coreanos usam equipamento de proteção para desinfetar o Aeroporto Internacional de Daegu, na Coreia do Sul| Foto: Yonhap/AFP

    Mais de 100 mil pessoas foram infectadas pelo novo coronavírus em todo o mundo, segundo levantamento da Universidade Johns Hopkins. A doença causada pelo agente infeccioso, batizada de Covid-19, já matou mais de 3.400 pacientes.

    Nesta sexta-feira, Vaticano e Peru relataram seus primeiros casos de coronavírus, enquanto nos Estados Unidos várias pessoas estão isoladas em cruzeiro com suspeitas de contaminação. A propagação da doença avança e 95 países e territórios notificaram a presença do novo coronavírus. Veja abaixo o mapa e a lista com casos e mortes.

    Vaticano

    O diretor da Assessoria de Imprensa do Vaticano, Matteo Bruni, comunicou nesta sexta-feira que a Direção de Saúde e Higiene da cidade-estado informou as autoridades italianas competentes sobre o caso de coronavírus notificado em seu território. Como medida preventiva, os serviços de saúde do Vaticano foram temporariamente suspendidos para que as unidades de atendimento sejam desinfectadas. Apenas o departamento de emergência permanece aberto, segundo o site Vatican News.

    Bruni também informou que o Vaticano está estudando maneiras de prevenir a propagação do coronavírus e as atividades da Santa Sé e do papa Francisco podem ser afetadas. Por enquanto, segundo o Vatican News, as missas continuarão sendo celebradas nas igrejas de Roma, mas as fontes de água benta serão esvaziadas e os padres desencorajados a convidar os fiéis a se cumprimentarem. As "atividades não sacramentais", como aulas de catecismo, cursos de preparação para o casamento e retiros, serão canceladas até 15 de março.

    Há um surto de coronavírus no norte da Itália, mas a Covid-19 já se espalhou para todas as regiões do país. Mais de 3.800 pessoas foram infectadas e 148 morreram por causa da doença na Itália. Houve suspeitas de que o papa Francisco estava com Covid-19 depois que o pontífice apresentou sintomas de resfriado, mas segundo o jornal Il Messagero, ele testou negativo para o novo coronavírus.

    Estados Unidos

    Mais de 3.500 pessoas a bordo do cruzeiro Grand Princess, que navega na costa da Califórnia, foram avisados pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos a permanecer em suas cabines, após a suspeita de que pelo menos vinte estejam infectadas com coronavírus dentro do navio.

    Segundo a ABC News, os funcionários vão entregar as refeições dos passageiros em seus quartos e todas as atividades do cruzeiro foram canceladas, de acordo com o comunicado do Grand Princess. A academia, cassino, bares, boutiques e outros locais públicos foram fechados.

    Nesta quinta-feira, a Guarda Aérea Nacional do estado levou kits de testes para Covid-19 à embarcação com um helicóptero. Um americano que esteve no cruzeiro entre 11 e 21 de fevereiro morreu nesta semana em decorrência da doença, mas até agora nenhum caso dentro do navio foi confirmado. Os testes devem ser divulgados nesta sexta-feira, segundo a CNN.

    O vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence, que está liderando os esforços do governo no combate ao coronavírus, admitiu nesta quinta-feira que o país não tem kits de testes para coronavírus suficientes para atender a demanda crescente. "Hoje não temos testes suficientes para atender ao que antecipamos que será a demanda daqui para frente", disse Pence a repórteres. O vice-presidente afirmou que o governo seria capaz de providenciar testes "para aqueles que acreditamos terem sido expostos, para aqueles que estão apresentando sintomas".

    Peru

    O presidente do Peru, Martín Vizcarra, confirmou nesta sexta-feira o primeiro caso de coronavírus no país. Um homem de 25 anos que esteve recentemente na Espanha, França e República Checa foi diagnosticado com a doença, de acordo com o jornal peruano El Comercio.

    Irã

    O Irã relatou nesta sexta-feira a ocorrência de mais 1.234 casos de coronavírus no país, elevando o total acumulado desde o início do surto para 4.747. Autoridades iranianas relataram também mais 17 mortes pela doença. Com isso, já foram registrados 124 óbitos na república islâmica. Uma das mortes confirmadas nesta quinta foi a de Fatemeh Rahbar, recém-eleita para o parlamento iraniano.

    Em coletiva de imprensa, um porta-voz do Ministério da Saúde iraniano, Kianoush Jahanpour, disse que o governo poderá "usar força" para restringir viagens entre cidades do país.

    Em todo o Oriente Médio, foram confirmados mais de 4.990 casos de coronavírus.

    Aviso da OMS

    O chefe da Organização Mundial da Saúde (OMS),  Dr. Tedros Adhanom Ghebreyesus, disse nesta quinta-feira que a epidemia de coronavírus "não é um exercício", referindo-se à preocupação da organização de que alguns governos não estão comprometidos politicamente com o combate da propagação do novo vírus.

    "Não é hora de desistir. Não é hora de desculpas. É hora de retirar todos os impedimentos. Os países planejam cenários como esse há décadas. Agora é a hora para agir de acordo com esses planos ", disse Tedros. "Essa epidemia pode ser evitada, mas apenas com uma abordagem coletiva, coordenada e abrangente que envolve todo o mecanismo do governo".

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