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Europa

“Amadores” foram responsáveis por roubo no Louvre, e não crime organizado, diz polícia

Museu do Louvre. (Foto: EFE/ Edgar Sapiña Manchado)

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O cinematográfico roubo de nove jóias do Museu do Louvre, na França, não foi obra do crime organizado, mas sim de um “pequeno grupo” de criminosos locais, constatou a investigação da polícia francesa.

"Esta não é uma delinquência cotidiana... mas é um tipo de crime que geralmente não associamos aos escalões superiores do crime organizado", disse a procuradora de Paris, Laure Beccuau, à uma rádio da França.

De acordo com Beccuau, o perfil dos quatro suspeitos de invadir o Louvre — incluindo a namorada de um deles — não é típico de profissionais do crime organizado acostumados a realizar operações complexas.

"Estas são claramente pessoas locais. Todos eles vivem mais ou menos em Seine-Saint-Denis", revelou a procuradora, referindo-se a uma área mais pobre do norte de Paris.

Há duas semanas, dois homens estacionaram um elevador do lado de fora do Louvre, subiram até o segundo andar, quebraram janelas e acessaram uma das galerias do museu. Lá dentro, roubaram nove jóias do período de Napoleão Bonaparte e dos reis franceses. A fuga aconteceu nos fundos do museu, onde motocicletas conduziram os ladrões para fora dos arredores de Paris. Toda a ação durou cerca de sete minutos.

Ontem, outras duas pessoas — uma mulher de 38 anos e outro homem de 38 anos — também foram acusadas de participar do roubo. As jóias seguem desaparecidas.

Segundo a Reuters, a promotoria acredita que o homem preso no sábado fazia parte do grupo de quatro  criminosos que realizaram o assalto no Louvre, com base no DNA encontrado na cena do crime.

Traços de DNA da mulher também foram resgatados de um dos caminhões usados pelos criminosos.

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