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Entre o diálogo e "outras ações"

Cuba sob pressão: Trump diz que relação com a ilha será “resolvida” após o Irã

O ditador de Cuba, Miguel Díaz-Canel, e o presidente dos EUA, Donald Trump: Havana pode ser o próximo alvo de Washington (Foto: EFE/ Ernesto Mastrascusa/ Nicole Combeau/ Arquivo)

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O presidente dos EUA, Donald Trump, voltou a declarar neste domingo que "muito em breve" poderá chegar a um acordo com Cuba e que a atenção de seu governo se concentrará na ilha assim que terminar o conflito com o Irã.

Segundo ele, o regime de Havana já sinalizou que deseja alcançar uma negociação com Washington. Caso isso não ocorra, o presidente sugeriu que os EUA farão "o que for necessário".

As declarações foram dadas em um momento de máxima tensão depois que o governo Trump estabeleceu um bloqueio petrolífero sobre a ilha em janeiro e cortou o fornecimento de petróleo venezuelano. Posteriormente, ele anunciou por ordem executiva tarifas para os países que forneçam recursos energéticos à ilha.

Nos últimos dias, o presidente Trump já havia insinuado que tomaria o controle do país caribenho de forma "amistosa" ou hostil, o que dependerá das negociações com o regime de Miguel Diáz-Canel.

Após meses de negação, a ditadura comunista admitiu na semana passada que mantém conversas com o governo americano.

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