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Recompensas

Dinheiro e viagens

Após 69 dias no interior da mina, promessas de prêmios aguardam os 33 mineiros resgatados

Copiapó - Empresários, mineradoras e até times de futebol já prometeram uma grande quantidade de prêmios aos 33 mineiros e suas famílias que variam de cheques, iPods, viagens e convites variados.

O primeiro presente foi oferecido já em agosto pela empresa grega de mineração Elmin. Trata-se de passagens para cada mineiro viajar com um acompanhante para a Grécia com todas as despesas pagas por uma semana. "Para que descansem durante toda uma semana com o sol e nosso mar", afirma uma carta entregue por Liberis Polixronopulos, diretor da companhia, à embaixada do Chile no país.

Edison Peña, mineiro fanático por Elvis Presley, recebeu um convite especial. Os responsáveis por Graceland, o parque em me­­mória do rei do rock em Memphis (EUA), convidaram-no para visitar o local com sua família, informa o jornal "La Tercera".

Já o empresário Leonardo Far­­kas, que também trabalha no ramo da mineração, dirigiu seu Hammer pelo deserto do Ataca­­ma até a mina para anunciar a doação de um cheque de US$ 10 mil para cada mineiro que saísse vivo do interior da mina.

Uma conta de arrecadação de recursos aberta no banco Santan­­der angariou 34 milhões de pesos chilenos (R$ 117 mil) em doações de chilenos anônimos.

Futebol

Fazem parte ainda do rol de prêmios supostos convites do time Real Madrid, para conhecer a Espanha e assistir uma partida do clube, e do Manchester United para roteiro semelhante no Rei­­no Unido.

Franklin Lobos, ex-jogador do Cobresal e antigo ídolo nacional, estava entre os 33 mineiros soterra­­dos. Ele trabalhava como mo­­to­­rista na mina de San José. Para ele já há a promessa do financiamen­­to de um curso como técnico de futebol. O objetivo é que o ex-jo­­gador retome sua carreira no es­­porte, só que agora como técnico.

Recusa

Porém, um dos convites – do presidente boliviano Evo Morales – já foi recusado. Morales pediu que o único boliviano do grupo, Carlos Mamani retornasse com ele para a Bolívia em troca de um emprego na estatal do petróleo, um terreno e financiamento para uma casa. O ex-agricultor recusou a oferta de Morales e disse que estava melhor no Chile.

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