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França

Estudantes aderem à paralisação

Estudantes fazem manifestação em Paris: greve afeta serviços públicos | Charles Platiau/Reuters
Estudantes fazem manifestação em Paris: greve afeta serviços públicos (Foto: Charles Platiau/Reuters)

Paris - Estudantes franceses intensificaram os bloqueios a escolas secundárias e universidades ontem, em um terceiro dia seguido de greve nacionais contra o projeto de lei de reforma do sistema previdenciário. Segundo o Ministério da Educação, pelo menos 345 escolas do ensino secundário, ou 8% do total, foram cercadas por piquetes de estudantes nesta quinta-feira e não abriram, acima das 135 que ficaram fechadas por manifestantes nesta quarta-feira. A Universidade de Rennes-2, no oeste francês, também foi fechada por "razões de segurança" em meio a protestos estudantis, informou a reitoria da universidade.

A greve também prosseguiu nos transportes públicos e nas refinarias estatais. As 6 refinarias da petrolífera estatal Total continuam paralisadas e 20% dos empregados do sistema ferroviário nacional não trabalharam hoje, informou a operadora estatal Société Nationale des Chemins de fer Français (SNCF).

Embora muitos dos trabalhadores do transporte coletivo de Paris tenham voltado ao serviço ontem, a greve prossegue no sistema ferroviário nacional, informou a SNCF. Houve interrupções no serviços dos trens TGV de alta velocidade. Líderes sindicais afirmam que continuarão com as greves e protestos até o governo do presidente Nicolas Sarkozy retirar o projeto de lei, que deveria ser votado no Senado na sexta-feira.

A votação foi adiada para meados da próxima semana, para debater algumas das 820 emendas propostas pela oposição socialista.

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