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Explosão de mina antipessoal mata menina de 7 anos na Colômbia

Explosão foi em área de forte presença das Farc, onde os guerrilheiros atacaram um pelotão militar e mataram 11 militares

Uma menina de sete anos morreu nesta quarta-feira (20) no departamento do Cauca, no sudoeste da Colômbia, após a explosão de uma mina antipessoal que foi abandonada nos arredores de uma escola, informou a Defensoria Pública.

A explosão aconteceu no município de Buenos Aires, uma área de forte presença guerrilheira na qual no mês último de abril as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) atacaram um pelotão militar e mataram 11 militares, segundo um comunicado da Defensoria.

Apesar de uma ambulância ter chegado ao local para transferir a menor a um centro médico situado na cidade vizinha de Timba, a menina morreu no local devido à gravidade de seus ferimentos.

A Defensoria confirmou que a mina foi abandonada em frente a uma escola rural frequentada por 76 alunos de entre cinco e 13 anos.

Segundo o comunicado, a comissão que foi enviada ao local da explosão “avaliou outras três crianças que sofreram lesões pela detonação do artefato”.

O presidente colombiano, Juan Manuel Santos, lamentou a morte da menina e lembrou que recentemente deu a instrução para se acelerar os trabalhos para retirar as minas do país.

O chefe de Estado disse que já há um roteiro para implementar um projeto piloto de retirada de minas, com o apoio de uma organização norueguesa que começará nos departamentos de Antioquia e Meta.

Por sua parte, a Defensoria condenou os “atos indiscriminados contra a população civil, e particularmente contra meninos, meninas e adolescentes”.

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