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A ativista sueca Greta Thunberg aderiu nesta terça-feira (13) às manifestações que pedem mais recursos para a educação na França, protestos que estão sendo realizados pela terceira semana seguida.
“Os jovens não estão sendo incluídos na conversa”, disse Thunberg a jornalistas em frente ao liceu Paul Éluard, em Saint-Denis, região de Paris, segundo informações do jornal The Guardian.
“Nosso futuro está sendo roubado de nós e, como vimos aqui, as escolas não estão recebendo o investimento de que precisam”, acrescentou a ativista de 23 anos.
Os protestos, que começaram em setembro como manifestações em apoio a professores em greve de uma escola de Paris, vêm ganhando corpo na França e resultando em confrontos com as forças de segurança, com vários feridos, presos e estabelecimentos de ensino suspendendo aulas.
Thunberg, que se tornou conhecida a princípio pelo ativismo ambiental, tem aderido a outras causas progressistas.
Em outubro do ano passado, ela foi presa junto de outros participantes da Flotilha Global Sumud, que se dirigiam à Faixa de Gaza para entregar ajuda humanitária.
Israel interceptou os barcos, alegando que há um bloqueio naval na região e que a iniciativa tinha apenas objetivos políticos, já que antes da abordagem os ativistas haviam recusado propostas para entregar os suprimentos no Chipre e no porto israelense de Ashdod.







