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Direito de morrer

Grupo pró-eutanásia é denunciado na Espanha

Uma mulher de 69 anos que há quatro sofria de uma esclerose lateral amiotrófica se suicidou na sua casa em Alicante com a assistência de dois voluntários de um grupo pró-eutanásia, que nesta quarta-feira foram denunciados por homicídio pelo filho da mulher.

Madeleine Z., segundo a edição desta quarta-feira do jornal "El País", morreu na última sexta-feira após ingerir uma combinação letal de remédios recomendada no "Guia de autolibertação", que lhe foi indicado pela associação Direito de Morrer Dignamente (DMD). Ela manifestou o desejo de parar de viver, dizendo que "isto não é vida".

O seu único filho, Domingo Biver, de 35 anos, disse aos jornalistas que a sua mãe não pensava seriamente em se suicidar e, ao anunciar as medidas legais, afirmou que "é preciso ter muita pouca vergonha e pouca humanidade para fazer isso".

"Há pessoas que se aproveitam de situações como esta para se autodivulgar", acrescentou.

A associação afirma que não incentivou a mulher a se suicidar e que não é crime dar informações ou ficar do lado de alguém no momento de sua morte.

As informações são da Ansa.

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