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Mobilização

Marcha contra Chávez chegará a 30 países

Chávez e seu papagaio bolivariano: presidente enfrenta protesto | Kimberly White/Reuters
Chávez e seu papagaio bolivariano: presidente enfrenta protesto (Foto: Kimberly White/Reuters)

Bogotá - Organizadores de uma "marcha mundial" contra o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, convocada para hoje, estimam que o protesto será realizado em 100 cidades, de 30 países.

O grupo "No mas Chávez", criado pelo colombiano Alejandro Gutiérrez, um economista e em­­presário de 28 anos, teve, em 10 dias, 342.538 adesões no site de relacionamento Facebook.

"A média é de dez membros no­­vos por segundo", segundo Gu­­tiér­­rez. Eu mesmo nunca imaginei que este evento fosse provocar tanto entusiamo".

Ao mesmo tempo, grupos de simpatizantes do presidente venezuelano anunciaram eventos para apoiá-lo em 50 países.

Em poucos dias, numerosos grupos contrários a Chávez, criados através da internet em diferentes partes do mundo fizeram circular a informação.

De Caracas a Sydney, passando por Nova Iorque e algumas capitais europeias, serão realizadas manifestações. Os participantes vão usar roupas brancas no protesto.

O movimento contra Chávez ganhou força depois da deterioração das relações entre Caracas e Bogotá por causa de um acordo militar entre Colômbia e EUA. Aliados em países como Arábia Saudita, Austrália, Israel e muitos outros da Europa já anunciaram que engrossarão o coro contra o presidente venezuelano. A cidade de São Paulo também prepara manifestação.

"O líder venezuelano nos insulta, insulta a América Latina e o mundo; impõe, à base de mentiras, medo e má educação, a sua revolução anacrônica e delirante", diz a página do movimento No Mas Chavez.

Para o colombiano Juan David Lacouture, um dos criadores do grupo, o presidente venezuelano não tem limites e oferece risco real à soberania dos países latino-americanos.

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