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Eleição

Obama felicita Paquistão por realização "bem-sucedida" das eleições

Os Estados Unidos apoiam todos os paquistaneses a dar as boas-vindas a essa transferência de poder civil, histórico, pacífico e transparente, que é um marco significativo no progresso democrático no Paquistão", disse o líder americano

O presidente dos EUA, Barack Obama, felicitou neste domingo (11) o Paquistão pelo processo "histórico, pacífico e transparente" que representa a "bem-sucedida" realização no último sábado (12) das eleições parlamentares no país.

"Felicito o povo do Paquistão pela bem-sucedida realização das eleições parlamentares de ontem. Os Estados Unidos apoiam todos os paquistaneses a dar as boas-vindas a essa transferência de poder civil, histórico, pacífico e transparente, que é um marco significativo no progresso democrático no Paquistão", disse o líder americano.

"Ao realizar campanhas competitivas, nas quais exerceram livremente seus direitos democráticos e perservararam apesar da intimidação de violentos extremistas, os senhores afirmaram o compromisso com um Governo democrático que será crítico para conseguir a paz e prosperidade de todos os pasquitaneses em anos vindouros", disse Obama em comunicado divulgado pela Casa Branca.

"Os Estados Unidos e o Paquistão têm uma longa história de trabalhar juntos em interesses mútuos, e minha Administração espera continuar com essa cooperação com o Governo pasquistanês que surja desta eleição, como parceiros iguais que apoiam um futuro mais estável, seguro e própero para o povo do Paquistão", disse Obama.

Segundo a contagem dos votos que avança lentamente, o partido do ex-primeiro-ministro conservador Nawaz Sharif desponta para ocupar pela terceira vez a chefia do Governo paquistanês, após formar uma nova coalizão parlamentar para a qual, segundo analistas, recorrerá a partidos menores.

O partido de Sharif, a Liga Muçulamana do Paquistão-N (PML_N) triplica em cadeiras seus rivais e aponta uma maioria que, sem ser absoluta - já que necessitaria de 137 deputados -, permitirá governar quase sozinho sem ter o apoio de outros grandes partidos e a aliança com duas forças regionais aparece como a mais provável.

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