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Pressão sobre a ditadura

Pentágono prepara terreno para ofensiva em Cuba, diz jornal

O ditador de Cuba, Miguel Díaz-Canel, em evento pelo Dia do Trabalho em Havana, no início de maio: EUA pressionam por mudanças no regime (Foto: Norlys Perez/EFE)

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O Pentágono está ampliando o número de tropas e armamento no Caribe em meio à crescente pressão sobre a ditadura de Cuba. De acordo com o jornal Político, os EUA preparam terreno para lançar um ataque militar contra a ilha, restando apenas a aprovação final do presidente Donald Trump.

Em maio, um grupo de ataque do porta-aviões USS Nimitz entrou no Caribe, juntamente com destróieres e cruzadores de mísseis guiados capazes de lançar mísseis de precisão contra alvos em terra.

Além disso, navios anfíbios e de escolta USS Kearsarge, que transportam 2.500 fuzileiros navais, estão posicionados na costa da Virgínia em preparação para um novo destacamento. Segundo informações obtidas pelo jornal, a frota presente na região é ligeiramente menor do que a de janeiro, quando os EUA capturaram o ditador venezuelano Nicolás Maduro.

Para uma operação em larga escala no território cubano, o Pentágono precisaria de tropas adicionais. Para Mark Cancian, ex-funcionário do Pentágono e analista sênior do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais, a mobilização atual tem uma função de exercer pressão por meio da intimidação.

Nesta quarta-feira (27), o secretário de Estado americano, Marco Rubio, disse que Cuba está em "apuros".

“Cuba está em grandes apuros porque, infelizmente para eles, é governada por um bando de comunistas incompetentes. Se ser comunista é ruim, ser um comunista incompetente é o pior. Mas o país foi tomado por uma empresa chamada Gaesa, que basicamente controla 70% da economia. Nada do dinheiro dessa empresa vai para ajudar o povo cubano, nada. Então, vamos conversar com eles, vamos trabalhar nisso. Queremos algo bom para o povo cubano e esperamos que haja um bom resultado para eles", disse a jornalistas.

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