Publicar comentários sobre diferentes temas nas redes sociais provoca um prazer no cérebro semelhante ao obtido com a comida e o sexo, concluiu um estudo publicado nos Estados Unidos. Falar sobre si próprio libera dopamina, substância química vinculada aos sentimentos de prazer ou à antecipação de uma recompensa, destacou o estudo, realizado por neurologistas e publicado na revista Atas da Academia Nacional de Ciência dos Estados Unidos.
Segundo os cientistas, a maioria das pessoas dedica de 30% a 40% de seu discurso a "informar os outros sobre suas próprias experiências subjetivas", mas nos meios sociais, este percentual chega a 80%. "[Falar de si] é como as atividades que geram uma recompensa imediata, como comer ou fazer amor", explicaram os pesquisadores.
O estudo, que não mencionou o Facebook especificamente, se concentrou na resposta do cérebro das pessoas "à oportunidade de comunicar seus pensamentos e sentimentos aos demais."
* * * * *EspaçoAsteroide fez parte da origem do Sistema Solar, confirma Nasa
O asteroide Vesta é um sobrevivente cósmico, revelaram dados da sonda espacial Dawn, da Nasa (Agência Espacial Americana). Os números o confirmaram como o único protoplaneta remanescente da época da criação do Sistema Solar.
Como o segundo maior asteroide do Sistema Solar, o Vesta se mostrou uma espécie de fóssil espacial cuja superfície é mais variada e diversa do que se pensava até agora. Em estudos publicados pela revista Science, cientistas puderam confirmar que o astro se assemelha mais a um pequeno planeta que a outro asteroide. "A observação da Dawn sobre o Vesta confirmou as teorias gerais da história deste asteroide gigante, enquanto ajuda a completar os detalhes que seriam impossíveis de conhecer de longe", disse a pesquisadora Carol Raymond, do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa.
* * * * *
Um idioma desconhecido
Bisinume e Sasime são dois dos nomes exóticos de mulheres encontrados em uma tábua de argila. As inscrições foram gravadas durante o Império Assírio há 2.800 anos. Eles representam uma língua desconhecida até o momento.
A descoberta foi feita por arqueólogos da Universidade de Cambridge, na Inglaterra. O objeto foi encontrado em 2009, na Turquia. O conteúdo da tábua tem 60 nomes relacionados ao registro do palácio de Tushan, do Império Assírio do século 8 a.C.



