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áfrica do sul

Presidente sul-africano diz que só aceitará derrota se Parlamento aprovar moção contra ele

Jacob Zuma sugeriu que não obedecerá a determinação de seu partido para renunciar voluntariamente nesta quarta-feira (14). Ele alega estar sendo vítima de esforços para retirá-lo do poder

Em entrevista à televisão, Zuma sugeriu que estaria disposto a renunciar, mas quer mais alguns meses no poder | Waldo Swiegers/Bloomberg
Em entrevista à televisão, Zuma sugeriu que estaria disposto a renunciar, mas quer mais alguns meses no poder (Foto: Waldo Swiegers/Bloomberg)

O presidente da África do Sul, Jacob Zuma, afirmou que aceitará a derrota e deixará o posto, caso o Parlamento aprove uma moção de censura contra ele, prevista para esta quinta-feira (15). "Eu estarei fora" se perder na votação legislativa, garantiu. "Não vou renunciar à presidência, mas estou aberto ao diálogo", afirmou Zuma.  

A declaração em uma entrevista à emissora estatal SABC sugere que ele não obedecerá a determinação de seu partido, o Congresso Nacional Africano (ANC, na sigla em inglês), para que deixe o poder até o fim desta quarta-feira (14). A sigla decidiu que Zuma deve sair e disse que, caso ele não faça isso voluntariamente, deverá haver votação no Parlamento para destituí-lo.  

Zuma disse que tem sido "vítima" no episódio e que discorda dos esforços do próprio partido para retirá-lo do poder. Ele avaliou que estaria disposto a renunciar, mas quer mais alguns meses no posto. Também informou que deve dar uma declaração mais tarde. 

Com informações da Associated Press.

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