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Oriente Médio

Relatório militar: Irã usou bombas de fragmentação em mísseis lançados contra Israel

Equipes de emergência no local do ataque com míssil balístico iraniano na cidade de Yehud, Israel (Foto: EFE/EPA/ABIR SULTAN)

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Um relatório das Forças de Defesa de Israel (FDI) acusa o Irã de lançar bombas de fragmentação em pelo menos metade dos ataques contra o país desde o início da guerra.

De acordo com a avaliação militar, as ogivas das bombas de fragmentação espalham indiscriminadamente dezenas de submunições, cada uma com vários quilos de explosivos, num raio de cerca de 10 quilômetros. Esses ataques teriam como finalidade causar mais impactos diretos aos civis.

De acordo com o Comando da Frente Interna das Forças de Defesa de Israel, os disparos de mísseis do Irã durante a guerra tiveram como principais alvos centros populacionais, além de instalações militares e infraestrutura essencial do país.

“Embora contenham menos material explosivo do que um míssil padrão, o impacto pode ser letal, por isso a precaução e o cumprimento das instruções (do Comando da Frente Interna, unidade militar encarregada de garantir a segurança da população civil) são cruciais”, afirma um comunicado publicado nesta terça-feira nos canais das FDI.

Segundo o jornal Times of Israel, duas pessoas morreram em território israelense nesta segunda-feira devido a impactos de uma bomba de fragmentação num canteiro de obras no centro do país. As vítimas eram trabalhadores da construção civil de origem chinesa que, segundo os militares, não procuraram refúgio com o resto dos colegas após ouvirem as sirenes.

Após o impacto, um deles foi declarado morto no local, enquanto o outro foi levado ao hospital e morreu devido aos ferimentos nesta manhã. As diretrizes oficiais do Comando da Frente Interna, que por enquanto devem permanecer em vigor pelo menos até sábado à noite, permitem reuniões de até 50 pessoas e o retorno aos locais de trabalho, desde que estes tenham um abrigo antiaéreo nas proximidades.

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