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Compromisso de Santiago

Sem Brasil, países sul-americanos anunciam parceria para frear avanço do crime organizado

Da esquerda para a direita, a ministra das Relações Exteriores do Equador, Gabriela Sommerfeld; o ministro das Relações Exteriores da Argentina, Pablo Quirno; o ministro das Relações Exteriores do Chile, Francisco Pérez Mackenna; o presidente do Chile, José Antonio Kast (ao centro); o ministro das Relações Exteriores da Bolívia, Fernando Hugo Aramayo; e o ministro das Relações Exteriores do Peru, Carlos Pareja durante foto oficial após a reunião de alto nível (Foto: EFE/ Javier Torres)

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Os governos do Chile, Argentina, Peru, Bolívia e Equador assinaram um compromisso nesta quinta-feira (28) para desenvolver um plano para aumentar a coordenação regional no combate ao crime organizado transnacional e ao narcotráfico.

"Vamos enfrentar o crime juntos. Queremos trazer segurança e tranquilidade aos nossos concidadãos. Hoje, nasce o Compromisso de Santiago", anunciou o ministro das Relações Exteriores do Chile, Francisco Pérez Mackenna, que presidiu uma reunião que reuniu homólogos dos cinco países.

Dada a natureza transfronteiriça do crime, acrescentou, "os esforços nacionais são insuficientes e devem ser complementados por maior cooperação política, coordenação técnica e compartilhamento de informações". O Brasil não integrou a reunião.

Os países envolvidos na iniciativa se comprometeram a desenvolver um plano de ação conjunto, que inclui "ações concretas e resultados mensuráveis ​​e verificáveis", e a se reunirem novamente em 180 dias em Buenos Aires para avaliar o progresso.

Entre as medidas em consideração estão a coordenação de fronteiras, a cooperação institucional, o compartilhamento de informações, o rastreamento de fluxos financeiros ilícitos e o fortalecimento dos mecanismos regionais de resposta.

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