
1 de 30
Hillary Clinton em visita a Porto Príncipe dá entrevista ao lado do presidente haitiano
2 de 30
Haitianos fazem fila para conseguir água
3 de 30
Saques tumultuam o centro de Porto Príncipe
4 de 30
Busca por sobreviventes tem corrida contra o relógio no Haiti
5 de 30
Autoridades do Haiti calculam que o terremoto provocou um elevado número de mortos, que poderia chegar a 200 mil
6 de 30
Sobreviventes do forte terremoto são resgatados no Haiti
7 de 30
Secretário-geral da ONU, Ban ki-moon, visita ruínas do prédio da ONU no Haiti
8 de 30
Haitianos esperam ajuda após terremoto
9 de 30
Haitianos tentam deixar o País após destruição de forte terremoto
10 de 30
Criança haitiana ferida no terremoto
11 de 30
Morador observa escombros do Palácio Nacional sendo removidos
12 de 30
Pessoas lutam por comida no Haiti
13 de 30
Garoto carrega balde de água na cabeça no Haiti
14 de 30
O Palácio Presidencial do Haiti está em ruínas
15 de 30
A falta de água e de alimentos é mais um problema enfrentado pelos moradores do Haiti
16 de 30
Criança é atendida por voluntário após o terremoto que devastou o Haiti
17 de 30
Haitianos procuram abrigo em Porto Príncipe: cônsul no Brasil inventou explicação sobrenatural para a tragédia.
18 de 30
Falta de gasolina se intensifica e prejudica ajuda
19 de 30
Vista área da destruição do Haiti
20 de 30
Após caos, Haiti abre centros de distribuição e suprimentos chegam a mais vítimas
21 de 30
Presidente do Haiti diz que destruição do país é
22 de 30
Atendimento médico no Haiti continua caótico
23 de 30
Nas ruas, sobreviventes de tremor no Haiti lutam por comida
24 de 30
Haitianos lutam pela sobrevivência
25 de 30
Fornecimento de água ainda é precário e ameaça sobreviventes no Haiti
26 de 30
Militar brasileiro observa corpo de vítima do terremoto que devastou o Haiti
27 de 30
Corpo é retirado das ruas do Haiti
28 de 30
Haitianos imploram por ajuda após terremoto
29 de 30
Com estimativa de 200 mil mortos, Haiti tenta sobreviver
30 de 30
Em hospital improvisado no Haiti, amputação é sem anestesia
Em nota divulgada nesta segunda-feira (18), o comando do Exército em Brasília confirma a morte do coronel João Eliseu Souza Zanin, que estava entre os quatro militares desaparecidos desde o dia 12 de janeiro, quando o terremoto de intensidade 7 devastou o Haiti.
Zanin é o 17º militar brasileiro morto na catástrofe. "O coronel estava ligado ao gabinete do comandante do Exército e encontrava-se no Haiti participando de reuniões de coordenação de pessoal, diz a nota.
O Brasil comanda uma missão de paz da Organização das Nações Unidas no país. Dos quatro militares que estavam desaparecido, apenas o major Márcio Guimarães Martins, de Natal (RN), ainda não foi encontrado pelas forças brasileiras no Haiti.
Brasileiros
Com a localização do corpo do coronel, sobe para 19 o número de brasileiros mortos na tragédia. Além dos 17 militares, também foram vitimados o diplomata Luiz Carlos da Costa, que ocupava o segundo cargo mais importante da ONU no Haiti, e a médica sanitarista e fundadora da Pastoral da Criança, Zilda Arns.
O terremoto no Haiti deixou um número ainda não determinado de mortos, na cada de dezenas de milhares, e arrasou a infraestrutura da capital, Porto Príncipe, deixando 10% do prédios destruídos e milhares de desabrigados.
A situação humanitária na cidade é grave, e o mundo tenta acelerar a ajuda humanitária ao país para evitar o colapso. Falta água e comida, os mortos são enterrados em valas comuns.
O governo local já relatou saques, episódios de violência e a volta à ação de gangues armadas.
Mortos
Os corpos dos 16 militares que morreram no Haiti, em decorrência do forte terremoto que aconteceu no local no último dia 12, chegarão ao Brasil na próxima quarta-feira (20), informou nesta segunda-feira (18) o comandante do Exército, Enzo Martins Peri.
Segundo ele, os corpos chegarão em Brasília, onde haverá "honras fúnebres" aos militares vitimados pelo terremoto.
Mais cedo nesta segunda-feira, o Comando do Exército informou que foi identificado o corpo do tenente-coronel Marcus Vinicius Macêdo Cysneiros, que se encontrava desaparecido na cidade de Porto Príncipe.
Número de militares
O Brasil tem condições de dobrar o efetivo que mantém no Haiti, atualmente de 1.266 militares, para ajudar na reconstrução do país devastado por um forte terremoto, afirmou nesta segunda-feira o comandante do Exército, general Enzo Peri.
"A decisão de enviar mais tropas é do governo, naturalmente passando pelo Congresso Nacional, mas é preciso que (o pedido) seja formalizado pela ONU", afirmou o general a jornalistas.
Mais cedo, o ministro de Relações Exteriores, Celso Amorim, afirmou que o país enviaria mais soldados ao Haiti caso fosse necessário.
A declaração ocorreu pouco depois de o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, ter recomendado ao Conselho de Segurança da entidade o envio de 1.500 policiais e 2.000 soldados à missão de paz que atua no país, a Minustah.
O Conselho está reunido nesta segunda-feira para definir o aumento do efetivo de sua força no Haiti, atualmente de 9.000 soldados e policiais.
Doações paranaenses
Começou nesta segunda-feira (18) uma campanha de arrecadação de donativos, feita pelo governo do estado do Paraná, para as vítimas do terremoto no Haiti. As pessoas que quiserem contribuir com a campanha podem levar os alimentos a quartéis da Polícia Militar, Corpo de Bombeiros e Bombeiros Comunitários em todas as cidades do estado.



