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EUA

Susan Atkins, da "família Manson", morre aos 61 anos em hospital penitenciário

Ela cumpria prisão perpétua pela morte de nove pessoas em 69. Uma das vítimas foi a atriz Sharon Tate, mulher do diretor Roman Polanski.

Morreu numa cama de hospital penitenciário, aos 61 anos, com uma perna amputada, outra paralisada, e câncer no cérebro, Susan Atkins. Ela cumpriu a prisão perpétua, a qual foi condenada por participar de uma série de crimes na década de 60, na Califórnia, nos Estados Unidos. Susan Atkins, aos 21anos, integrou a "família Manson", seita liderada por Charles Manson.

Charles Manson e outros seguidores mataram nove pessoas, nos primeiros dias de agosto, no verão de 69. E entre as vítimas: a atriz Sharon Tate, mulher do consagrado diretor de cinema Roman Polanski, grávida de oito meses e meio.

Susan Atkins e Charles Manson confessaram o crime, e ainda deram detalhes da bárbarie. Como matar o bebê mesmo diante do apelo da mãe. Como usar o sangue da vítima para escrever a palavra "porca" na porta da casa. E o motivo dos crimes era insano: o desejo de inciar uma guerra racial apocalíptica supostamente baseada numa música dos beatles - "Helter skelter".

A cancão que tem no nome uma expressão que significa "às pressas, desorganizadamente", uma letra meio sem sentido - como diz o próprio autor, Paul McCartney. Sob o efeito de LSD, os Manson entenderam o que bem queriam.

Susan Atkins que tinha pais alcoólatras, que foi abusada por um parente, foi a primeira dos Manson a morrer. Sem nunca se arrepender do que fez.

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