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O grupo de ataque do porta-aviões de propulsão nuclear USS Abraham Lincoln, um dos principais da Marinha dos Estados Unidos, chegou ao Oceano Índico, em um momento em que o presidente Donald Trump cogita ações militares contra o Irã.
A chegada do grupo de ataque, cujo deslocamento para o Oriente Médio já havia sido noticiado pela imprensa internacional, foi confirmada por duas fontes à emissora americana CNN.
O grupo está dentro da área de responsabilidade do Comando Central dos EUA, cuja jurisdição inclui operações no Oriente Médio; de acordo com a imprensa americana, grupos de ataque nesse modelo geralmente incluem, além do porta-aviões, cruzadores de mísseis guiados, navios de guerra antiaéreos e destróieres ou fragatas antissubmarino.
Na quinta-feira passada (22), Trump disse que uma “grande frota” de navios de guerra americanos estava indo em direção ao Irã “por precaução”.
“Eu preferiria que nada acontecesse, mas estamos monitorando a situação de perto. Impedi 837 execuções na quinta-feira passada [15]. Caso contrário, teriam morrido. Todos teriam sido enforcados”, afirmou Trump.
Em meio às mortes de ao menos 5,5 mil manifestantes na repressão do regime do Irã a protestos desde o final de dezembro, o presidente americano havia afirmado que “ações muito fortes” seriam tomadas por Washington se a ditadura islâmica executasse pessoas detidas por participarem dessas manifestações.
Entretanto, posteriormente, Trump deu a entender que tais medidas estavam suspensas, depois que Teerã informou que não havia planos de execuções.
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