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Estratégia

Terror virtual ressurge com vídeos de mortes

Uso da internet por organizações terroristas como o Estado Islâmico e a atenção que recebem com isso pode incentivar episódios de horror

Sapatos desenterrados de uma vala comum no Iraque | Ahmed Jadallah/Reuters
Sapatos desenterrados de uma vala comum no Iraque (Foto: Ahmed Jadallah/Reuters)

Desde que o assassinato do jornalista norte-americano James Foley foi filmado e publicado no YouTube, há quase três semanas, as empresas que administram plataformas de redes sociais se veem às voltas com o ressurgimento de um inimigo antigo. O uso da internet por organizações terroristas fica novamente em evidência e a atenção recebida pelos vídeos pode até mesmo motivar novos casos semelhantes.

Nesta semana, mais uma gravação publicada por militantes do Estado Islâmico mereceu a cobertura extensiva da imprensa. Desta vez, o assassinado foi Steven Sotloff, que havia sido ameaçado no primeiro vídeo dos insurgentes, no dia 19 de agosto.

A morte dos dois, de acordo com os extremistas, deveria servir como "mensagem para a América". "Os terroristas usam essas imagens para causar certo dano, para chocar as sociedades ocidentais", explica André Lajst, mestre em contraterrorismo pelo Centro Interdisciplinar de Herzliya, em Israel.

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