
Desde que o assassinato do jornalista norte-americano James Foley foi filmado e publicado no YouTube, há quase três semanas, as empresas que administram plataformas de redes sociais se veem às voltas com o ressurgimento de um inimigo antigo. O uso da internet por organizações terroristas fica novamente em evidência e a atenção recebida pelos vídeos pode até mesmo motivar novos casos semelhantes.
Nesta semana, mais uma gravação publicada por militantes do Estado Islâmico mereceu a cobertura extensiva da imprensa. Desta vez, o assassinado foi Steven Sotloff, que havia sido ameaçado no primeiro vídeo dos insurgentes, no dia 19 de agosto.
A morte dos dois, de acordo com os extremistas, deveria servir como "mensagem para a América". "Os terroristas usam essas imagens para causar certo dano, para chocar as sociedades ocidentais", explica André Lajst, mestre em contraterrorismo pelo Centro Interdisciplinar de Herzliya, em Israel.



