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Teoria da conspiração

Testemunha de autópsia nega que Lady Di tenha morrido grávida

Uma testemunha da autópsia da princesa Diana negou que ela estivesse grávida quando sofreu o acidente que a matou. A suspeita de que a ex-esposa do príncipe Charles - herdeiro do trono britânico - estava grávida quando morreu partiu do dono das lojas de departamento Harrods, o milionário egípcio Mohammed al Fayed.

Al Fayed afirma que o acidente automobilístico que matou Lady Di em 1997, em Paris, foi resultado de uma conspiração orquestrada pela família real britânica. Ele diz garantir que a princesa estava grávida de seu filho, Dody al Fayed, também morto no acidente.

Diana morreu em 31 de agosto de 1997, ao lado de Dody al Fayed e do motorista Henri Paul. A Mercedes em que viajavam bateu numa coluna de um túnel em Paris quando era perseguida por um grupo de paparazzi.

Atualmente, John Stevens, ex-comissário-chefe da Scotland Yard, comanda uma investigação sobre as circunstâncias da morte de Lady Di.

Robert Thompson, diretor de um necrotério de Londres onde o corpo foi examinado, negou a gravidez num depoimento para o documentário "Quem Matou Diana?", da televisão britânica Sky One.

Segundo o milionário egípcio, o corpo de Diana foi embalsamado na França antes de ser levado ao Reino Unido para eliminar as provas da gravidez. No entanto, o embalsamamento não teria sido completo.

- Não vi nenhuma prova da gravidez no corpo. Minha conclusão deve ser de que ela não estava grávida - afirmou o responsável pelo necrotério.

Além disso, o patologista do Ministério do Interior do Reino Unido, Robert Chapman, que praticou a autópsia, disse a Thompson que ela "não estava grávida".

Frederic Mailliez, o médico francês que atendeu à princesa minutos depois do acidente, nega a versão de Al Fayed.

- Quando cheguei ao local da tragédia, ela estava inconsciente. Só gemia e movimentava as mãos e os braços em todas as direções. Isso demonstrava que sentia dor. Mas não disse uma palavra sequer - afirma Mailliez.

Em 1999, um juiz francês concluiu que o motorista estava sob efeito do álcool e de antidepressivos, após analisar um relatório que nunca foi publicado.

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