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O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou que empresas petrolíferas americanas começarão a explorar petróleo na Venezuela "em breve".
"Vamos começar a perfurar muito em breve. Temos as maiores empresas do mundo. Temos elas. E elas vão entrar", declarou nesta quinta-feira (22), acrescentando que esse trabalho deve gerar "muito dinheiro" para os EUA e para a Venezuela.
Na terça, Trump informou que, em quatro dias, o país retirou 50 bilhões de barris de petróleo de Caracas para vendê-los no mercado legalizado
"Tiramos 50 milhões de barris de petróleo da Venezuela nos primeiros quatro dias. Ainda temos milhões de barris de petróleo. Estamos vendendo no mercado aberto. Estamos baixando os preços do petróleo", disse ele a jornalistas na Casa Branca.
Naquele mesmo dia, a ditadora interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, disse que Caracas recebeu US$ 300 milhões como parte da primeira venda de petróleo venezuelano realizada aos EUA.
Segundo Rodríguez, o montante - correspondente a parte de um “acordo” de US$ 500 milhões - entrou nos cofres do país e será usado para “proteger a renda dos trabalhadores”, combater a inflação e mitigar os efeitos negativos das oscilações do mercado cambial.
Uma fonte do governo americano disse à Reuters que Washington autorizou a China a comprar petróleo venezuelano, mas agora por um "preço justo" e não por um valor "corrupto e barato" como era feito antes na frota clandestina, interrompida por forças americanas em águas internacionais.
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