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Sanções à Rússia e aliados

Trump endossa projeto de falecido senador republicano que pode render novas tarifas ao Brasil 

O falecido senador da Carolina do Sul Lindsey Graham propôs punir países que compram petróleo da Rússia por financiarem guerra na Ucrânia (Foto: EFE/EPA/ALLISON DINNER)

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O presidente Donald Trump sinalizou que endossará um novo
pacote de sanções contra a Rússia, parte de um projeto liderado pelo falecido senador Lindsey Graham no Congresso, que pode render novas tarifas ao Brasil.

O apoio surge dias após da morte inesperada do congressista republicano. Em julho do ano passado, Graham advertiu Brasil, China e Índia sobre a aplicação de sanções se os países não interromperem o comércio de petróleo com a Rússia.

Na ocasião, o aliado de Trump declarou que os EUA esmagariam as economias dos países que adquirem petróleo russo "barato". Ele sugeriu a possibilidade de Washington impor uma alíquota de até 100% sobre importações dos parceiros de Moscou.

"Se vocês [países] continuarem comprando petróleo barato da Rússia para permitir que essa guerra [da Ucrânia] continue, vamos impor um inferno de tarifas contra vocês, esmagando suas economias", disse à Fox News naquela época.

Nesta segunda-feira (13), um funcionário da Casa Branca indicou à CNN que Trump estaria disposto a apoiar publicamente o novo pacote de sanções secundárias encabeçado por Graham e pelo senador democrata Richard Blumenthal, apesar do governante ter feito críticas recentes à medida, pressionando por maior discricionariedade na imposição de sanções.

O líder da maioria no Senado, John Thune, disse nesta segunda-feira que a Casa Branca estava trabalhando em estreita colaboração com Graham sobre a medida e que, nos últimos dias de vida do senador, o pacote de sanções era "a coisa que mais importava para ele em termos de realização, e certamente seria um legado incrível".

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