
Ouça este conteúdo
Começamos esta segunda-feira com um alerta: a aprovação do PL da Misoginia (896/23) pelo Senado vai criar uma perigosa ferramenta de censura sob o pretexto de combater o preconceito se não for revisto pela Câmara dos Deputados.
Em editorial, a Gazeta do Povo deixa isso claro. Ao inserir a misoginia na Lei do Racismo sem critérios objetivos, o crime vira altamente subjetivo. A punição passa a depender quase exclusivamente do sentimento de quem se diz ofendido.
Além disso, o texto não traz medidas práticas contra a violência física, focando apenas no policiamento da expressão. Leia o posicionamento completo da Gazeta do Povo e entenda o que está em jogo e os riscos do PL da Misoginia.
Veja também:
Cristina Graeml: Uma das colunistas mais corajosas da Gazeta do Povo acabou de publicar um vídeo escancarando os riscos à liberdade de expressão; assista e leia a coluna.
Reportagem: Confira ainda por que esse projeto pode servir para silenciar críticos e blindar autoridades.
O mais rejeitado
A seis meses das eleições, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva enfrenta o cenário mais adverso para um candidato à reeleição desde a redemocratização. Sua avaliação ruim ou péssima já supera os índices de rejeição enfrentados por Jair Bolsonaro no mesmo período antes do pleito de 2022. Veja os dados e compreenda por que esta situação contrasta com o histórico político.
Vozes na Gazeta
Deltan Dallagnol fala sobre Lulinha indiciado e o barraco na CPMI
Lacombe destaca o supremo show de hipocrisia
Frases da Semana

CONFIRA QUEM FALTOU À AULA DE GEOGRAFIA E DISSE ESTA BESTEIRA
O que mais você precisa saber hoje
Lula 3. Governo Lula cria uma medida para ampliar a carga tributária a cada 27 dias
Espaço aéreo. Moraes manda abater drones que sobrevoarem casa de Bolsonaro
Pelo penduricalho. Juiz reclama de ganhar menos que médico do SUS e sorveteiro
Liberdade religiosa. Polícia israelense barra cardeal e impede missa de Domingo de Ramos no Santo Sepulcro
Preso em NY. Maduro manda primeira mensagem da cadeia nos EUA
Opinião da Gazeta
Em mais um editorial deste fim de semana, mostramos a importância do Comitê Olímpico Internacional (COI) decidir a respeito da participação de mulheres transgênero (ou seja, que nasceram homens) em competições femininas. A partir dos jogos de 2028, apenas mulheres biológicas poderão competir na categoria feminina, e a elegibilidade dependerá de um teste genético.
CLIQUE PARA LER O EDITORIAL
Para inspirar e se divertir
???? Chuck Norris, o “durão” que não se envergonhava da fé cristã
Falecido dia 19 de março, o astro vinha de uma América em que palavras como disciplina, virilidade, honra, pátria e responsabilidade não haviam sido entregues à caricatura progressista. Era contra o aborto, conservador, patriótico, alheio às liturgias do politicamente correto; conheça o lado que Chuck Norris não escondia, mas não era tão divulgado.








