O que têm em comum o caso da família gaúcha que perdeu a guarda dos filhos por não vaciná-los, da família curitibana multada em R$ 500 mil também não aplicar a vacina da Covid, da perseguição a famílias que adotam o homeschooling, as ações contra líderes religiosos que falam sobre a homossexualidade, e os processos contra críticos da ideologia de gênero? Todos esses episódios incluem a ação de algum membro do Ministério Público que resolveu impor como lei a própria convicção em temas nos quais o cidadão é livre, seja em escolhas sobre a educação e a saúde dos filhos, seja em questões de liberdade de expressão. Neste vídeo, o presidente da Gazeta do Povo, Guilherme Cunha Pereira, explica por que este comportamento é reflexo de uma mentalidade autoritária, e defende a necessária autocontenção do MP.
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