Encontre matérias e conteúdos da Gazeta do Povo
Coluna do leitor

Estrada da Ribeira

Há oito anos, transito pela Estrada da Ribeira com minha família. A obra que se faz necessária está muito lenta e passarelas, penso, não são a solução ideal, visto que se mexeu com toda a infra-estrutura da rodovia. Por que não se pensou em algo mais moderno – um túnel, talvez – e que possa ser melhor utilizado pelos pedestres. Também acho que as passagens de veículo de uma pista para outra (retornos) estão mal dimensionada. Meus parabéns à Gazeta do Povo pela reportagem "Ribeira terá cinco passarelas (2/12). Continuem ouvindo e publicando a opinião das pessoas.

Gilmar Geraldo Garmus, por e-mail

Pedágio

Esse reajuste do pedágio é um absurdo para o consumidor que usa regularmente as estradas do Paraná. E o engraçado de tudo isso é que as concessionárias reajustam as tarifas justamente no período de férias, época em que o movimento aumenta consideravelmente. Só temos é que lamentar tudo isso.

Gerson Leite, por e-mail

Segurança 1

Acredito que a segurança aumenta com políticas públicas de qualidade, que visam a melhora da vida de pessoas da classe menos favorecida. Ser apenas assistencialista não resolve o problema, causando dependência e comodismo. A pessoa que é atendida pelo assistencialismo dificilmente quer receber ajuda de outra forma (emprego, qualificação para um serviço etc.), porque o sistema a acostumou assim.

José Roberto, por e-mail

Segurança 2

Criminalidade, como muita gente pensa, não tem ligação direta com a pobreza. Se assim fosse, a Índia, um país tradicionalmente pobre, seria uma das regiões mias violentas do planeta. Aqui no Brasil, por essa logíca, teríamos violência no Piauí e no Vale do Jequitinhonha. Criminalidade e violência têm ligação com ambição, impunidade, vícios, falta de espiritualidade e falta de polícia comunitária (polícia que conta com a colaboração do povo).

Natalicio Soares, por e-mail

Meio-ingresso

Sou favorável à extinção da meia-entrada. Alguém sempre paga pelos outros. Por exemplo, veja-se o caso dos idosos que não pagam a passagem de ônibus. Não fosse o sobrepreço bancado pelos pagantes, em dez anos as empresas do transporte coletivo estariam quebradas.

Mauro Budniak, por e-mail

Chuvas e desequilíbrios

O governo brasileiro agora se preocupa em criar leis para proteger a Terra das agressões do homem à ecologia. Santa Catarina, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo e Bahia já sofrem as conseqüências do desequilíbrio climático. O equilíbrio ecológico é uma linha frágil e tudo ocorre em cadeia. As chuvas são conseqüências das frentes frias e do calor que encontram e geram turbulências. O efeito estufa, os calores exagerados são causados pelo homem que queima florestas e derivados do petróleo. Não é fácil recuperar o equilíbrio da natureza. Pensamos que somente a educação pode levar o bicho homem a parar de consumir e destruir de maneira tão agressora. Nós erramos e nós temos que aprender a parar de consumir e queimar. É uma longa luta. Contamos com os homens de bem que se unirão no propósito único de salvar o planeta. A união faz a força. Vamos mudar a Terra.

Paulo Roberto Girão Lessa, por e-mail

Santa Catarina

Ao longo dos séculos, a Holanda conseguiu manipular o desafio das águas através de diques, canais e contrafortes de pedras, redistribuindo o excedente de águas do mar e das chuvas. É estranho que, após a grande enchente catarinense de 1983, as autoridades e geólogos não tenham elaborado uma solução para materializar na prática este grande desafio .

Ricardo Herrmann, por e-mail

FGTS

O governo faz uma publicidade tremenda para anunciar que estará liberando o FGTS, como se fosse um favor. Isso é um absurdo pois faz propaganda com as "verbas" alheias: o FGTS é depositado pelas empresas em nome do trabalhador. Além de o governo não participar, quando o trabalhador é dispensado leva 10% sobre esse fundo. É claro que as regras devem ser mais flexíveis, principalmente no caso de calamidades coletivas, como a de Santa Catarina, ou mesmo em tragédias individuais.

Ângelo A. Alves, administrador, por e-mail

Atendimento ao cliente

Eu percebi uma grande diferença no atendimento do SAC. A caixa postal do meu celular não tem funcionado nos últimos dias. Eu reclamei para a operadora Vivo. Em vez de o serviço funcionar, já recebi quatro números de protocolo via torpedo SMS. Os atendentes me informaram que cada telefonema gera automaticamente um número de protocolo, mas o que eu quero é a minha caixa postal funcionando. Disseram que o problema é em uma torre e que não há prazo para o conserto.

Yayá Petterle Portugal, Curitiba – PR

Rodoferroviária

A Rodoferroviária de Curitiba está largada mesmo. Logo estará se equiparando ao Terminal Guadalupe em termos de falta de segurança e freqüência da marginalidade desocupada. Estive por poucos instantes naquele local, aguardando que minha esposa comprasse passagem e fui abordado mais de três vezes por moças novas, maltrapilhas e, pior, grávidas, todas pedindo dinheiro. Muita coisa pode acontecer naquele local, pois policiamento na nossa cidade é só de mentirinha. Não é de se estranhar que abandonem uma mala com um corpo, pois lá não há com que a marginalidade se preocupar. O local está às moscas.

Luiz Andrioli, administrador, Curitiba – PR

Aposentadorias

Está na hora de os aposentados se unirem para pressionar os políticos para a aprovação dos projetos que visam corrigir a perda progressiva do poder aquisitivo (Gazeta, 3/12). O governo federal vai tentar derrubar as propostas com a desculpa de que não há recursos, mas o senador Paulo Paim (autor dos projetos) defende que a seguridade social é superavitária. Vamos buscar a correção dessas perdas para quem por muitos anos batalhou e fez por merecer uma aposentadoria digna.

Fred Branco, Curitiba – PR

Dinheiro para bancos

Recompor é reequilibrar, reconstruir, recuperar. Recompõem-se aquilo que foi destruído, perdido, decomposto. E foi isto que o governo fez, ao longo dos anos, com as aposentadorias, achatadas despudoradamente com reajustes inferiores ao necessário para manter o poder aquisitivo. Agora, no momento em que bilhões e bilhões do suado dinheiro do contribuinte são gastos para que bancos comprem outros bancos, para que empresas mandem dinheiro para suas matrizes no exterior e para que os jogadores continuem apostando na bolsa e brincando com o câmbio, mostra-se obsceno que os mesmos setores que causaram a crise venham falar em risco, catástrofe e falta de sono do governo com a possibilidade de aprovação dos projetos de recomposição das aposentadorias, que chamam de aumento. Isso quando é reconhecido que a seguridade social é superavitária.

José Molteni Filho, Curitiba – PR

Recessão

Ao falar da crise econômica mundial, o presidente Lula menosprezou os seus efeitos sobre o Brasil, dizendo que apesar do "tsunami" que aniquilou muitos impérios financeiros, por aqui chegaria, no máximo, uma "marolinha". Descontado o costume de Lula de emitir opinião sobre tudo como um torcedor apaixonado, ele, como presidente, fez o seu papel, que é crer incondicionalmente na possibilidade de o Brasil passar pela crise com as menores seqüelas possíveis. O que não dá para agüentar são os "arautos da desgraça", como o Morgan Stanley, que em 1º/12 já estava anunciando que o Brasil entrará em recessão no ano que vem. Onde estavam seus técnicos que não previram essa "débâcle" americana? Por que os técnicos dos bancos que faliram não alertaram suas empresas da tragédia que estava por vir? Não precisamos de mais anúncios de desgraças; nós as temos de sobra e não queremos que organismos internacionais, a pretexto de alerta, criem pânico na população, transformando em "realidade" aquilo que seria apenas um distante "talvez".

José Balan Filho, administrador, Curitiba – PR

* * * * *

Fale conosco

Praça Carlos Gomes, 4 • CEP 80010-140 – Curitiba, PR Fax (041) 3321-5129

leitor@gazetadopovo.com.br

Em razão de espaço ou compreensão, os textos podem ser resumidos ou editados. O jornal se reserva o direito de publicar ou não as colaborações.

Principais Manchetes

Receba nossas notícias NO CELULAR

WhatsappTelegram

WHATSAPP: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp. Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.