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coluna do leitor – 28/1/2017

Ives Gandra Filho

Passou-se uma semana do trágico acidente com o ministro Teori Zavascki e todos já querem palpitar quanto ao sucessor na cadeira vaga do STF. Aos poucos, o nome do ministro Ives Gandra Filho começou a ganhar força, e também ganharam força seus opositores. Nome impensável para o STF na última década, temos agora um jurista que realmente representa o povo brasileiro, que é dedicado, juridicamente competente, de formação exemplar. É na vida privada o que é na pública. Em outras palavras: íntegro. Se de fato for nomeado, o STF progressista, cuja atuação é predominantemente contra os valores do povo brasileiro, ganha em democracia, em representatividade e em diversidade de pensamento.

Francisco Augusto Garcia

Trump e a imprensa

Cumprimento a Gazeta pelo vigoroso e oportuno editorial “A guerra de Trump” (26/1). De fato, a liberdade de imprensa – contida no conceito amplo da liberdade de expressão – compõe, ao lado da liberdade de reunião e de associação, um dos pilares mestres da democracia.

Rafael de Lala

FGTS

Rachel Borges de Sá e Cario Augusto de Oliveira Rodrigues, em seu artigo (Gazeta, 25/1), afirmam que o FGTS é uma poupança compulsória e mensal, tirada direto do salário do trabalhador registrado sob o regime da CLT (no montante de 8% de seu salário). Da forma colocada, tem-se a impressão que estes 8% (7,5% + 0,5% de contribuição social) são descontados do salário do trabalhador. Não são. O empregador arca, sozinho, com esta despesa. O salário é apenas, e tão somente, a base de cálculo.

Irene Sandke

Professores estaduais

Os professores estaduais são, de fato, vítimas: de lavagem cerebral por parte da APP-Sindicato. Onde está a reação a essa evidente vergonha social?

Elmar Joenck

Linha verde

A Linha Verde é uma farsa. Nunca resolveu o o problema do trânsito. Só o metrô e outros meios de transporte alternativos são capazes de resolver o problema.

Giselle Leigh

Empresas de ônibus

O Setransp esclarece que, ao contrário do que afirmou Rogério Galindo em sua coluna na quarta-feira (Gazeta, 25/1), as empresas de ônibus não recebem o valor correspondente à depreciação da frota. Basta observar na planilha de custos da Urbs o desconto sob a rubrica “investimento não realizado”. O Setransp pede, mais uma vez, para ser ouvido pelo colunista antes desse tipo de publicação a fim de, mais uma vez, não precisar corrigi-lo. Além disso, as empresas de ônibus só buscam receber o valor justo pelo serviço prestado, de acordo com regras definidas nos contratos de concessão.

Assessoria de Imprensa do Setransp

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