
Parabéns à Gazeta do Povo pelo lançamento da coleção Salve o Planeta. É por meio da leitura que se educa a população para adquirir a consciência de que todos nós somos responsáveis pela manutenção da vida na terra. Certamente os livros que tratam sobre Florestas, Energia, Ártico, Superpopulação, Mata Atlântica e Oceanos trarão muitas orientações aos leitores que participarem desta sensacional promoção. Preservar para respirar melhor hoje, amanhã e sempre. É assim que salvaremos o planeta.
Iniberto Hamerschmidt, engenheiro agrônomo, Curitiba PR
Radionovelas
Embora leia a Gazeta do Povo diariamente, pela primeira vez em minha vida escrevo para um jornal. Dia 17/10, a crônica sobre a radionovela me deu vontade de dizer o quanto me faz bem ler o que o jornalista José Carlos Fernandes escreve. Fico esperando seus textos a cada sexta-feira.
Arlete Wick, por email
Fazendinha 1
Gostaria de manifestar aqui minha indignação com a reportagem "Sem-teto do Fazendinha estão prontos para resistir" (Gazeta, 17/10). Sou moradora do bairro há 24 anos e só nós, moradores, sabemos o quanto aumentou a violência na região depois dessa invasão. Mortes e roubos são freqüentes num bairro em que antes não havia nada disso. Hoje, vivo insegura até mesmo dentro de casa. Ridículo é a reportagem dizer que nada demais ocorreu enquanto estiveram lá. Acham que os invasores iriam fazer algo na presença da imprensa? Querem é se fazer de coitados.
Caroline Sambulski, por e-mail
Fazendinha 2
Não adianta ficar querendo criminalizar os movimentos sociais. Eu trabalho em um área de invasão, o bolsão Vila Audi/Icaraí e Jardim União, e sei o quanto é necessário que o estado cumpra o que diz a Constituição. Não é caso de polícia, mas de políticas públicas de habitação.
Michel Deolindo, por e-mail
Fazendinha 3
É uma pouca vergonha esses sem-teto do Fazendinha, que invadiram propriedade particular. Não têm casa, mas quase todos possuem carros. E de onde tiraram dinheiro para construir casas na invasão? É ridículo tudo isso, ninguém faz nada e ainda apóiam as pessoas que estão roubando. Por isso que este país está do jeito que está. Possuímos várias leis e nenhuma é cumprida porque sempre tem uma forma de escapar.
Flávio José, por e-mail
Fazendinha 4
É um absurdo o que os sem-teto estão fazendo com as nossas árvores, derrubando e queimando sem o menor respeito. Não adianta posar para foto se fazendo de vítimas. Vítimas somos nós que trabalhamos para pagar a casa própria. Será que eles não podem fazer o mesmo? Qualquer um que passa por lá vê carros estacionados em ruas paralelas ao local. Por que não dar seus carros como entrada num imóvel, como fazem tantas famílias? E ainda somos obrigados a pagar luz para os "coitadinhos". Que a justiça seja feita.
Gelson Alves da Silva, por e-mail
Desrespeito
Foi vergonhosa a atitude da coordenação do Teatro Guaíra e dos lanterninhas de palco dia 16/10 durante o show em homenagem aos 80 anos de Altamiro Carrilho. Após duas horas de show, Altamiro subiu ao palco para receber o carinho da platéia. Só que os lanterninhas avisaram que ele só teria alguns minutos. Depois, simplesmente tiraram-no do palco. O músico não pôde nem ouvir os aplausos de agradecimento, pois o palco estava sendo desmontado e as luzes acesas. Uma vergonha.
Marcelo Echeverria, por e-mail
Polícia x polícia 1
Como policial civil, estou solidário aos colegas de São Paulo. Se aqui no Paraná nosso salário está longe do ideal, lá é uma vergonha. Em nosso estado, acreditamos que o plano de reestruturação da PC está a caminho e tenho certeza que logo teremos um salário à altura de nossas responsabilidades. Num passado não muito distante ganhávamos 60% de um delegado de 1ª classe; hoje o valor gira em torno de 20%. A disparidade é absurda, inaceitável e vergonhosa.
Luiz Carlos Escarante, por e-mail
Polícia x polícia 2
É lamentável o choque entre das polícias civil e militar ocorrido em São Paulo. Na minha opinião, seria bom que fizessem a unificação das duas, pois o estado poderia pagar melhores salários e cobrar maior comprometimento com a população na parte de segurança que está cada vez mais desprotegida.
Altair Vizinoni, por e-mail
Adoção
Adoção é gesto de amor permanente. Quando se tem amor para dar de forma prolongada, deve-se adotar um filho. Adoção é amor. Eu que adotei nunca me arrependi. Soube sempre amar o filho da raça negra que nasceu do meu coração.
Valdemar Cavalcantti, Curitiba PR
Renovação
Independentemente de cores partidárias, teremos na próxima legislatura da Câmara Municipal de Curitiba um debate técnico mais qualificado com relação ao nosso desenvolvimento urbano, pois contaremos com a presença dos engenheiros Luiz Felipe Braga Cortes, Omar Sabbag Filho e arquiteto Jonny Stica. O projeto do metrô deverá estar na pauta das discussões assim como as demais questões envolvendo a mobilidade urbana e o nosso ambiente. Curitiba tem que voltar a planejar seu futuro para as próximas décadas, como tão bem souberam fazer os ex-prefeitos e engenheiros Omar Sabbag, Ivo Arzua e Jaime Lerner.
Antonio Borges dos Reis, engenheiro civil, Curitiba PR
Câmeras
Já que o prefeito vai instalar mais câmeras de vigilância na cidade, sugiro que instale algumas junto aos locais onde guardas municipais costumam levar pessoas, inocentes ou não, para procedimentos que não lhes competem. Até onde sabemos, o trabalho de investigação e apuração de delitos continua a ser de competência da polícia judiciária civil. Portanto, qualquer detido deve ser encaminhado para a delegacia à qual compete o caso. O Brasil precisa acabar urgentemente com esta vergonha do "desacato" à autoridade e substituí-lo pelo respeito natural ao servidor que exerce seu cargo com honestidade e respeito à lei.
Julio C. A. Fróes, administrador, Curitiba PR
Marta x Kassab
A candidata Marta Suplicy errou feio ao tentar atacar a vida pessoal do prefeito Gilberto Kassab. Mostrou desespero da campanha. O povo de São Paulo não esquece que, como administradora, ela foi péssima prefeita. Ela deveria se preocupar com idéias e soluções para o caos paulistano. Por não se preocupar com isso é que ela está atrás nas pesquisas de intenção de voto.
Alexandre Teixeira, por e-mail
Bancos 1
A greve dos bancários não afetou minha vida diretamente, porém em vários lugares vejo que a falta de notas em circulação dificulta o troco.
Anna Paula Deya, por e-mail
Bancos 2
Não tive problemas com a greve dos bancários. Mas não concordo com ela, uma vez que prejudica muitas pessoas. Imagina se os Correios entrarem em greve também? Como a população fará para pagar seus impostos e contas?
Cristiane Dusilek, Quatro Barras PR



