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histórico

Desembargador que mandou soltar Lula foi filiado ao PT por quase 20 anos

Procurador de carreira do município de Porto Alegre, Rogério Favretto exerceu entre abril de 2007 e junho de 2010 o cargo de secretário nacional da Reforma do Judiciário, no Ministério da Justiça

  • Brasília
  • Flávia Pierry
 | Silvio Sirangelo/Gazeta do Povo
Silvio Sirangelo/Gazeta do Povo
 
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O desembargador federal Rogério Favreto, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), que determinou a soltura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, foi filiado ao Partido dos Trabalhadores (PT). Favretto chegou ao cargo de desembargador depois de ser indicado pela ex-presidente Dilma Rousseff.

LEIA MAIS: Relator da Lava Jato no TRF-4 mantém Lula preso

Ele trabalhou na gestão petista no governo federal. Procurador de carreira do município de Porto Alegre, Favreto exerceu entre abril de 2007 e junho de 2010 o cargo de secretário nacional da Reforma do Judiciário, no Ministério da Justiça.

O magistrado foi filiado ao PT de 1991 a 2010, quando se desfiliou para trabalhar no governo federal. A mãe do desembargador e uma das irmãs dele também foram filiadas à legenda, segundo informações da Folha de S.Paulo.

Favreto foi escolhido por Dilma para ocupar a vaga destinada a advogados no corpo da corte do TRF4, ao ocupar a vaga decorrente da aposentadoria do desembargador Valdemar Capeletti. Também participavam da lista tríplice enviada à Presidência da República, da qual Dilma selecionou o nome de Favreto, os advogados Liliane Maria Busato Batista, do Paraná e, Oswaldo José Pedreira Horn.

Rogério Favreto nasceu dia 2 de março de 1966, na cidade gaúcha de Tapejara. Graduou-se em Direito na Universidade de Passo Fundo, em 1989, tornando-se mestre em Direito pela Pontifícia Universidade Católica na área de Instituições de Direito do Estado.

Notícia da época da filiação de Favreto para o TRF-4, publicada pelo site de notícias jurídicas Conjur, dava conta de que o nome de Favreto tinha força em Brasília para que ele fosse desembargador, pois contaria com ex-secretário é apadrinhado do ex-ministro da Justiça Tarso Genro (PT-RS), então governador eleito do Rio Grande do Sul.

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