i

O Sua Leitura indica o quanto você está informado sobre um determinado assunto de acordo com a profundidade e contextualização dos conteúdos que você lê. Nosso time de editores credita 20, 40, 60, 80 ou 100 pontos a cada conteúdo – aqueles que mais ajudam na compreensão do momento do país recebem mais pontos. Ao longo do tempo, essa pontuação vai sendo reduzida, já que conteúdos mais novos tendem a ser também mais relevantes na compreensão do noticiário. Assim, a sua pontuação nesse sistema é dinâmica: aumenta quando você lê e diminui quando você deixa de se informar. Neste momento a pontuação está sendo feita somente em conteúdos relacionados ao governo federal.

Fechar
A matéria que você está lendo agora+0
Informação faz parte do exercício da cidadania. Aqui você vê quanto está bem informado sobre o que acontece no governo federal.
Que tal saber mais sobre esse assunto?
PIB

Economia cresce 1% após dois anos de forte retração

Geração de riquezas do país aumentou pela primeira vez desde 2014, puxada pelo consumo das famílias. O PIB per capita teve avanço quase imperceptível, de 0,2%

  • PorDa Redação
  • 01/03/2018 09:01
 | Jonathan Campos/Gazeta do Povo
| Foto: Jonathan Campos/Gazeta do Povo

A economia brasileira voltou a crescer após dois anos de forte retração. Segundo o IBGE, o Produto Interno Bruto (PIB) – soma de todas as riquezas produzidas pelo país – avançou 1% em 2017. Os destaques foram o crescimento da agropecuária, pelo lado da produção, e do consumo das famílias, pela ótica da demanda.

O PIB havia encolhido 3,5% tanto em 2015 quanto em 2016, acumulando queda de quase 7% nesses dois anos. Até então, a última vez em que a economia havia registrado crescimento foi em 2014. E um crescimento bastante discreto, de apenas 0,5%.

CONFIRA:  A evolução do PIB brasileiro nos últimos dez anos

O avanço do PIB per capita – isto é, a riqueza total dividida pelo número de habitantes – foi quase imperceptível em 2017. Ele subiu apenas 0,2%, segundo o IBGE, após três anos encolhendo. O indicador havia diminuído 0,4% em 2014, 4,3% em 2015 e 4,2% em 2016, acumulando baixa de quase 9%.

Sob a ótica da oferta, isto é, da produção, a atividade agropecuária cresceu 13%, “com destaque para as lavouras do milho (55,2%) e da soja (19,4%)”, segundo o IBGE. Os serviços oscilaram 0,3%, puxados de um lado pelo comércio, que avançou 1,8%, e de outro por atividades financeiras, que encolheram 1,3%.

A indústria ficou estável (0%) em 2017, na comparação com o ano anterior, com destaque positivo para as indústrias extrativas (alta de 4,3%) e negativo para a construção (queda de 5%).

Pelo lado da demanda, todo o crescimento do PIB se deve ao consumo das famílias, que avançou 1% sobre 2016, o que, segundo o IBGE, “pode ser explicado pelo comportamento dos indicadores de inflação, juros, crédito, emprego e renda no ano de 2017”. As despesas do governo diminuíram 0,6% em relação a 2016.

A Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), que mede o investimento produtivo, caiu 1,8%, puxada pela queda da construção. Foi a quarta queda anual seguida desse indicador, que acumulou baixa de mais de 27% desde 2014.

Em relação ao tamanho da economia, a taxa de investimento recuou ao mais baixo patamar desde 2000, início da série do IBGE. Em 2017, os investimentos corresponderam a 15,6% do PIB total. Até então, a taxa mais baixa havia sido a de 2016 (16,1%).

São péssimos sinais, uma vez que o investimento é que forma a base para o crescimento futuro da economia. Sem ele, a tendência é de que a inflação acelere mais rápido à medida que o consumo aumenta.

Deixe sua opinião
Use este espaço apenas para a comunicação de erros
Máximo de 700 caracteres [0]

Receba Nossas Notícias

Receba nossas newsletters

Ao se cadastrar em nossas newsletters, você concorda com os nossos Termos de Uso.

Receba nossas notícias no celular

WhatsApp: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp. Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.

Comentários [ 0 ]

O conteúdo do comentário é de responsabilidade do autor da mensagem. Consulte a nossa página de Dúvidas Frequentes e Política de Privacidade.