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A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro afirmou, nesta terça-feira (6), que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) caiu e bateu a cabeça em um móvel, na sala de estado-maior da Superintendência da Polícia Federal (PF) em Brasília, local em que cumpre pena de 27 anos e três meses.
"Durante a madrugada, enquanto dormia, teve uma crise, caiu e bateu a cabeça no móvel. Como o quarto permanece fechado, ele só recebeu atendimento quando foram chamá-lo para a minha visita. Estou com o médico aguardando o delegado para saber como foram os primeiros socorros", disse Michelle. A Gazeta do Povo entrou em contato com a PF e aguarda retorno.
O médico Claudio Birolini, que cuida de Bolsonaro, disse à CNN Brasil que o ex-presidente está bem, mas que ainda passará por uma avaliação mais detalhada. À Gazeta do Povo, ele informou que o presidente está conversando normalmente e que a equipe avalia a necessidade de que Bolsonaro volte ao hospital DF Star para exames complementares.

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Movimentação estranha e atraso de Michelle chamaram a atenção da imprensa
Logo após a publicação de Michelle, a CNN Brasil informou que houve uma mudança no trajeto habitual do carro da ex-primeira-dama na portaria da Polícia Federal. Ela deveria sair logo após às 11h, prazo final para as visitas, o que chamou a atenção dos jornalistas que cobrem o local.
As imagens capturadas pela imprensa mostram que tanto Michelle quanto os médicos foram ao carro e voltaram ao prédio da PF por pelo menos três vezes, carregando itens não identificados.
O jornalista Allan dos Santos reagiu logo após a postagem da ex-primeira-dama: "Bolsonaro enquanto dormia, bateu a cabeça e desmaiou, só foi socorrido quando chamado para a visita da Michelle. Moraes irá assassinar Bolsonaro na cadeia. Isso é grave demais e exige uma ação urgente de todos os políticos."
O deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) também comentou o caso: "O estão torturando, o nome disso é tortura! O sistema não vai descansar enquanto não matar Bolsonaro de vez. Tentativas não têm faltado. Tiranos! Cruéis! Oremos por Jair Bolsonaro e sua família."
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) foi no mesmo sentido, e acrescentou a defesa de "que os advogados insistam na prisão humanitária, mesmo que todos sabemos como a justiça é parcial e não temos praticamente nenhum meio de ação para combate-los."




