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Repercussão

Ministros criticam invasões do MST e pedem desocupação de terreno da Embrapa

O ministro do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira. (Foto: Elaine Menke/Câmara do Deputados.)

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O ministro do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira, afirmou nesta terça-feira (18) que o “condicionante” para o governo retomar o programa de reforma agrária é a desocupação de terras invadidas pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). O grupo intensificou as invasões desde o início de abril.

“A minha opinião é que essa jornada de luta já acabou, estamos pedindo as retiradas, para prosseguir o programa de reforma agrária. O condicionante nosso é esse”, disse o ministro em entrevista ao jornal O Globo. “O governo já tem compromisso com a reforma agrária. Tem programas a apresentar. Não muda nada esse tipo de ação nessa direção, com os compromissos que estamos fazendo”, acrescentou.

O ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, também condenou a invasão do terreno da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), em Pernambuco. Mais cedo, o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, também criticou a ação do grupo na área da Embrapa.

“Eu condeno veementemente qualquer ato que dafinifique áreas e processos produtivos. Não é a melhor forma de lutar para qualquer coisa. Temos outros instrumentos para as mais variadas lutas. É muito importante a agricultura familiar, viabilizar economicamente os assentamentos rurais que nós temos, melhorar a qualidade de vida nesses territórios, porque boa produção da agricultura familiar significa comida saudável na mesa do nosso povo”, disse Padilha.

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