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Controle de fronteiras

Governo do Brasil firma cooperação com EUA contra tráfico de armas e drogas

10/04/2026 " Brasília/DF " O ministro da Fazenda, Dario Durigan, anuncia a Cooperação Mútua entre a Receita Federal do Brasil (RFB) e o U.S. Customs and Border Protection (CBP), agência de fronteiras dos Estados Unidos, para o combate ao crime transnacional. (Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil)

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O Ministério da Fazenda anunciou, nesta sexta-feira (10), um acordo de cooperação mútua entre a Receita Federal do Brasil (RFB) e a U.S. Customs and Border Protection (CBP), agência de controle de fronteiras americana que combate o crime internacional, em especial ao tráfico de armas e drogas. A intenção dos dois países é aprimorar a fiscalização em locais sensíveis, como a região da Tríplice Fronteira entre Brasil, Argentina e Paraguai.

Segundo o governo brasileiro, a iniciativa visa somar “esforços de inteligência e operações conjuntas para interceptar remessas ilícitas de armamentos e entorpecentes”. O governo reforça que o acordo simboliza a aproximação entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o republicano Donald Trump, consolidando uma “agenda mais ampla de cooperação bilateral” contra delitos.

Entre os dias 14 e 17 de abril, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, cumprirá agenda em Washington, onde participará dos Encontros de Primavera do FMI e do Banco Mundial para tratar do convênio.

“Recebi agora do governo dos EUA um reporte, dado a mim tanto por autoridades deles quanto da Receita. Hoje se marca o primeiro passo relevante na cooperação contra o crime organizado entre os dois países”, afirmou Durigan.

A construção dessas ações conjuntas teve início em janeiro de 2026, após uma visita de representantes americanos a Foz do Iguaçu (PR). O encontro consolidou o alinhamento entre as nações, com foco especial no fortalecimento do combate a crimes transnacionais.

O governo citou a parceria como parte de um conjunto de ações para desarticular redes criminosas, priorizando o uso de inteligência, tecnologia e cooperação internacional como pilares da segurança pública. “A integração entre países amplia a capacidade de investigação, reduz a circulação de armas e drogas e fortalece a proteção das fronteiras”, destacou a nota oficial.

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