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Monitoramento americano

Lindbergh acusa Eduardo de “golpe continuado” por fala sobre eleições

Petista alega que ex-deputado federal quer abrir caminho para "entrega da Amazônia"
Petista alega que ex-deputado federal quer abrir caminho para "entrega da Amazônia" (Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados)

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O deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) reagiu à promessa do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) de levar a autoridades americanas casos que "julgar pertinentes" sobre as eleições de 2026. O petista chamou o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) de "pau-mandado" do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o acusou de dar continuidade a um suposto plano de golpe de Estado iniciado em 2022.

"Ele atua como despachante do golpismo no exterior, mobilizando pressões internacionais para constranger a Justiça Eleitoral e intimidar autoridades brasileiras no exercício de suas funções. A gravidade da conduta vai além da coação no curso do processo para reproduzir um movimento de golpe continuado com o objetivo de restringir, por intimidação e ameaça de sanções, a atuação independente do Judiciário brasileiro", escreveu o parlamentar em suas redes sociais, nesta quinta-feira (2).

A fala de Eduardo ocorreu em entrevista ao portal Metrópoles. Na mesma ocasião, ele disse que o governo americano pode voltar a incluir autoridades brasileiras na Lei Magnitsky, caso considere que houve fraude nas eleições. A entrevista ocorreu logo após o Departamento de Estado americano relatar, ao mesmo veículo, "sérias preocupações" com a liberdade de expressão no Brasil.

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Em suas redes sociais, o ex-deputado complementou, dizendo que há risco de que os Estados Unidos não reconheçam as eleições brasileiras como legítimas. A Câmara dos Representantes, de acordo com ele, já estaria atenta à "perseguição e censura" no Brasil.

Para Lindbergh, Eduardo teria como objetivo final "abrir caminho para a entrega da Amazônia, dos minerais raros e das riquezas estratégicas do país". Ao final, ele se dirige a toda a família Bolsonaro, dizendo que seus membros querem "instituir um projeto de humilhação nacional, submissão a interesses externos e ataque às instituições da República para salvar o bolsonarismo".

Diante de sua prisão, o ex-presidente escolheu seu filho mais velho, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), para substituí-lo no pleito.

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