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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou neste sábado (24) que será eleito presidente da República novamente neste domingo (25). Durante ato de campanha em Copacabana, no Rio de Janeiro, o petista chamou Flávio Bolsonaro (PL) de “miliciano”, associou a disputa aos “riscos para a democracia e a liberdade” e declarou que o movimento de apoiadores de sua campanha é maior, em número, que os exércitos da China, da Rússia e dos Estados Unidos.
“A gente não pode levar um miliciano para dentro do Palácio do Planalto”, declarou Lula. “Eu tenho certeza de que nós vamos ganhar as eleições. Eu estou dizendo para vocês, e podem anotar: amanhã eu serei eleito presidente da República outra vez”, afirmou.
“O Exército Lula é maior que os exércitos chinês, russo e americano”
Lula agradeceu aos eleitores pela participação na campanha e afirmou que os próprios apoiadores assumiram parte da responsabilidade pela mobilização eleitoral.
“O povo assumiu para si a responsabilidade de fazer a campanha”, disse o presidente. Na sequência, comparou o grupo de simpatizantes aos exércitos de grandes potências mundiais.
“Hoje nós temos o exército de democratas nesse país maior do que o exército chinês, maior do que o exército russo e maior do que o exército americano, que é o Exército Lula. Nós vamos chegar a 13 milhões de soldados e soldados amanhã”, declarou.
A expressão “Exército do Lula” faz referência a um canal no WhatsApp administrado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG), que funcionou como instrumento de mobilização da campanha petista.
Janones afirmou ter recebido uma ligação da primeira-dama, Janja da Silva, pedindo que incluísse Lula no canal para que o próprio presidente pudesse orientar os participantes.
As declarações foram feitas na véspera da votação que definirá o próximo presidente da República. Lula e Flávio Bolsonaro encerram neste sábado suas atividades de campanha antes do segundo turno.




