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Lula não irá a Fórum de Davos e designa ministra da Gestão como representante

Esther Dweck, ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos.
Esther Dweck, ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos. (Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/)

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A ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, será a única representante do governo brasileiro no Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça. O fórum é um dos mais importantes do mundo para o debate da integração entre as economias. No encontro, que ocorrerá desta segunda-feira (19) até quarta-feira (23), Dweck comandará o grupo de governo da Colaboração, formado por dez países.

Nesta terça-feira, Dweck presidirá a reunião do Global Digital Collaboration (GDC). Na quarta-feira (21), a ministra participará de um evento que discutirá perspectivas de crescimento para a América Latina. As ministras do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, e do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, chegaram a constar em palestras na programação inicial, mas não irão ao evento. O presidente Lula (PT) também não deve ir a Davos. Lula não participou nenhuma vez do fórum em seu terceiro mandato, que começou em 2023.

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A expectativa é pela participação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em meio às tensões envolvendo uma possível anexação do território da Groenlândia. O republicano chegou a enviar uma carta ao premiê norueguês, Jonas Gahr Store: “Caro Jonas: considerando que seu país decidiu não me conceder o Prêmio Nobel da Paz por eu ter parado mais de oito guerras, já não me sinto obrigado a pensar exclusivamente na paz — embora ela continue sendo predominante —, e agora posso pensar no que é bom e adequado para os Estados Unidos da América"

Para participar do encontro, Trump exigiu que temas "woke" (progressistas) não sejam abordados pelo fórum. Com isso, o evento deve focar em cooperação internacional, especialmente nas áreas de tecnologia e empregos.

Outro tópico que deve se destacar no discurso de Trump é a captura do ditador venezuelano Nicolás Maduro. O tema divide opiniões na comunidade internacional, que oscila entre o elogio à ação em favor da restauração da democracia e a crítica à intervenção em outro país.

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