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Pede R$ 10 mil

Lulinha processa Flávio Bolsonaro e pede remoção imediata de vídeo sobre farra do INSS

O senador e pré-candidato a presidente Flávio Bolsonaro em agenda de campanha nesta quarta em SP. (Foto: Isaac Fontana / EFE)

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O empresário Fábio Luís da Silva, conhecido como Lulinha, ingressou na Justiça de São Paulo com uma ação por danos morais contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O processo reclama da publicação de um vídeo que o associa às fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A indenização pedida é de R$ 10 mil.

Além de ressarcimento financeiro, Lulinha solicitou uma liminar para a retirada imediata do material do ar. Além do parlamentar, as plataformas Meta e X, nas quais o vídeo foi veiculado, também foram acionadas na mesma ação.

Na petição inicial, o advogado Marcelo Pacheco argumenta que a publicação — que exibe uma animação inspirada no filme Top Gun — possui “nítida intenção difamatória”.

"Não existe contra o autor investigação, indiciamento, denúncia ou sequer hipótese acusatória de participação nas fraudes praticadas contra beneficiários do INSS", aponta o documento.

A ação foi protocolada e aguarda os desdobramentos judiciais. Procurada, a assessoria do senador não retornou o contato e não houve manifestação pública sobre o tema até o momento. O espaço permanece aberto para manifestações.

Paralelamente, parlamentares da oposição ao governo federal protocolaram no Congresso Nacional um requerimento para a criação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) com o objetivo de apurar uma eventual atuação de Lulinha no Executivo. O empresário é alvo de três inquéritos da Polícia Federal relacionados a essas suspeitas.

No entanto, a defesa de Lulinha ressalta na petição que tais investigações não possuem nenhuma relação direta com os desvios nas aposentadorias do INSS, ao contrário do que sugeriria a publicação do senador.

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