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O MST publicou neste sábado (3) uma nota em que declara "solidariedade ao povo venezuelano" após o que descreve como "ataque criminoso" dos Estados Unidos contra a Venezuela, atribuindo a ofensiva ao "imperialismo estadunidense" e dizendo que "denuncia o governo Trump por seus atos de guerra".
No texto, o grupo sustenta que a ação seria o ápice de "uma série de agressões que há anos já ocorre à soberania" da Venezuela e diz que Washington teria como objetivo "monopolizar o petróleo venezuelano", alegando que os EUA nunca teriam aceitado a "Revolução Bolivariana" e tentariam fazer o país "voltar a estar de joelhos".
A nota lista, como parte dessa ofensiva, "tentativas de desestabilização, embargos, golpes, boicotes e outras formas de ação" e afirma que, nos últimos meses, teria havido escalada com mobilização de navios de guerra, aeronaves militares e fuzileiros navais americanos. Diz ainda que "Trump se tornou o maior pirata da atualidade".
O gupo diz ainda que que ficará ao lado de quem "ousa desafiar" os EUA. Ao final, o MST informa que estudantes, militantes e dirigentes vinculados ao movimento na Venezuela estariam em segurança e em locais que não foram atacados, e convoca organizações populares do Brasil e do mundo a se somarem em solidariedade.



