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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) lançou na última segunda-feira (4) a mascote Pilili, boneco infantil “sem gênero” que tem o papel de aproximar a população do voto eletrônico. O personagem — cujo nome é uma onomatopeia em alusão ao som emitido pela urna no momento da confirmação do voto — apareceu no evento que marcou os 30 anos do processo eletrônico, em meio a uma crescente desconfiança da população, segundo pesquisa recente*.
A Gazeta do Povo quer saber de você, leitor: qual a sua opinião sobre a mascote "Pilili" lançada pelo TSE? Responda votando na enquete abaixo:
* Dados das pesquisas
A pesquisa Genial/Quaest de maio de 2022 foi realizada pelo instituto Quaest e contratada pelo Banco Genial. Foram ouvidos 2.000 eleitores entre os dias 5 e 8 de maio de 2022 em todas as regiões do país. A margem de erro estimada é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o intervalo de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no TSE, sob o protocolo BR-01603/2022.
A pesquisa Genial/Quaest mais recente foi realizada de 5 a 9 de fevereiro de 2026, com entrevista de 2.004 pessoas com 16 anos ou mais em 120 municípios. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e índice de confiabilidade de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o nº BR-00249/2026.







