
O novo líder do Republicanos na Câmara, Augusto Coutinho, indicou que o partido tende a apoiar uma candidatura de centro-direita em 2026, evitando alinhamento automático com Lula ou Bolsonaro. Ele também defendeu a regulamentação do trabalho por aplicativo sem a criação de vínculo empregatício.
Qual a posição do Republicanos para a eleição presidencial de 2026?
A tendência atual do partido é apoiar uma candidatura de centro-direita, distanciando-se de um alinhamento automático com Lula ou Flávio Bolsonaro. Nomes como os governadores Ratinho Júnior (PR), Ronaldo Caiado (GO) e Eduardo Leite (RS) são vistos como alternativas viáveis, representando um caminho fora dos polos políticos já estabelecidos.
Por que o partido adota essa postura mais cautelosa?
A cautela se deve principalmente à decisão do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, de não concorrer à Presidência e focar em sua reeleição. Sem um candidato próprio de peso, o partido prefere dar autonomia a seus diretórios regionais, que podem ter alianças diferentes dependendo do contexto local, como já ocorreu em 2022.
O Republicanos pretende se unir a outros partidos em uma federação?
Não. Após discussões internas, o partido decidiu seguir um caminho independente, em "voo solo". A liderança recusou propostas de federação, incluindo uma com o MDB, por entender que a autonomia atual oferece melhores condições para o crescimento e fortalecimento da sigla em todo o país.
Sobre o projeto que regula o trabalho por aplicativo, qual a proposta?
A proposta é regulamentar a atividade de motoristas e entregadores garantindo direitos mínimos, mas sem criar um vínculo de emprego formal (CLT). O texto do projeto de lei (PL 152/2025) deixa claro que se trata de um trabalhador autônomo de plataforma, e a redação pode ser ajustada para tornar isso ainda mais explícito, se necessário.
Qual a justificativa para não criar o vínculo empregatício?
A principal justificativa é que os próprios trabalhadores de aplicativo valorizam a flexibilidade e não desejam ser celetistas. Além disso, a experiência internacional mostra que a imposição de um vínculo formal em outros países prejudicou o setor. O objetivo é equilibrar a relação, garantindo autonomia real sem inviabilizar o modelo de negócio das plataformas.
Este conteúdo foi gerado com inteligência artificial. Para acessar a informação na íntegra e se aprofundar sobre o tema consulte a reportagem a seguir.
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