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Homem negro ataca passageiro deficiente: “Você me deve por ter feito minha avó uma escrava”

Um homem negro teria atacado um companheiro de ônibus, um sem-teto deficiente de 52 anos, por ser branco. Ele teria cuspido na cara do outro, culpando-o por ter transformado sua avó numa escrava. Marquis Evans-Royster, de 27 anos, achava que o outro era devedor dele por conta do passado de escravidão.

De acordo com a WJLA-TV, a vítima inicialmente ignorou os avanços e provocações do agressor. Então, o jovem negro começou a mexer nos bolsos da vítima, o que levou demais passageiros a intervir na situação. Foi aí que Evans-Royster teria cuspido na vítima, além de ter ameaçado jogar-lhe uma xícara com urina.

O ataque só foi interrompido quando o motorista alertou que iria chamar a polícia. O suspeito saiu do ônibus então, sem pagar. O motorista contou que o agressor se referiu a todas as pessoas brancas como “malvadas”, e disse que dois passageiros brancos deveriam morrer.

Ao sair do veículo, o agressor ainda teria quebrado o retrovisor do ônibus, antes de fugir da cena. A polícia o prendeu quatro dias depois, numa estação local de metrô. Ele foi acusado de agressão racial e religiosa, roubo, e destruição de propriedade.

É claro que Evans-Royster pode ser apenas um maluco, ou um marginal que usa como pretexto a cartada racial. Mas ele pode muito bem ser fruto do meio, influenciado por uma narrativa cada vez mais racista da esquerda, especialmente de grupos como o Black Lives Matter, que gosta de demonizar todos os brancos, que seriam “demônios”.

O discurso de “reparação histórica” pode levar a esse tipo de situação no extremo. O rapaz jovem, por ser negro, sente-se no direito de tomar satisfação ou mesmo agredir o outro, por ser branco. Os indivíduos desaparecem da equação, com seus méritos, qualidades e defeitos, suas características todas, mais relevantes, restando apenas esta: a cor da pele.

Era justamente o que Martin Luther King queria evitar. E é o que grupos como o Black Lives Matter, incentivados pelo Partido Democrata e até pelo ex-presidente Obama, reacenderam, contribuindo para um aumento, não diminuição do racismo no país. Tudo bastante lamentável…

Rodrigo Constantino

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