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Rodrigo Constantino

Um blog de um liberal sem medo de polêmica ou da patrulha da esquerda “politicamente correta”.

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O que há em comum nos vinte empregos mais perigosos?

O discurso feminista já virou mainstream e ganhou a mídia. Todos repetem, como se fosse a coisa mais impressionante do mundo e prova de que vivemos numa sociedade machista patriarcal, que há um “hiato de renda” entre os sexos, com mulheres ganhando apenas 70% daquilo que os homens ganham.

Tudo não passa de uma grande falácia estatística, como já cansou de demonstrar Thomas Sowell e tantos outros. Compara-se banana com laranja, ao usar médias e deixar de lado os vários “detalhes”, tais como produtividade, horas trabalhadas, escolaridade etc.

Qualquer análise séria levaria em conta essas coisas, e compararia mulher e homem para uma mesma função, uma escolaridade similar, uma quantidade de horas trabalhadas parecida e uma produtividade próxima. Nesse caso, toda diferença desapareceria como num passe de mágica.

Homens, na média, estão dispostos a assumir cargos que demandam mais tempo de trabalho, fins de semana, viagens longas, enquanto mulheres, na média, optam por funções mais flexíveis, pois via de regra priorizam, ainda bem!, a família. Feministas acham isso terrível, mas os filhos e a humanidade agradecem.

E, além dessas diferenças apontadas, há outra, bastante relevante. Abaixo temos as 20 profissões mais arriscadas da América. Procure identificar, caro leitor, qual o denominador comum delas (será preciso ficar muito atento, ter dons de um Sherlock Holmes e refletir por vários milésimos de segundo):

Jordan Peterson, que se transformou em celebridade e é o terror das feministas, escreveu recentemente sobre isso. Num determinado trecho, Peterson descreve diferenças básicas entre os sexos, com base em estudos empíricos e fundamentos biológicos:

Onde estão as maiores diferenças? Os homens são menos agradáveis ​​(mais competitivos, mais duros, resistentes, céticos, antipáticos, críticos, independentes, teimosos). Isto está de acordo com a sua propensão, também documentada transculturalmente, de manifestar taxas mais altas de violência e comportamento anti-social ou criminal, de modo que as taxas de encarceramento para homens versus mulheres se aproximam de 15: 1. As mulheres se destacam em emoções negativas ou neuroticismo. Elas experimentam mais ansiedade, dor emocional, frustração, tristeza, dúvida e desilusão autoconscientes (algo que está de acordo com a tendência de sofrer depressão duas vezes mais do que os homens). Essas diferenças parecem emergir na puberdade. Talvez seja uma consequência do tamanho menor das mulheres e do perigo que isso representa em conflito. Talvez seja uma consequência da sua vulnerabilidade sexual. Talvez (e esta é a explicação que eu prefiro) é porque as mulheres sempre cuidaram primordialmente dos bebês, que são excepcionalmente vulneráveis, e devem, portanto, sofrer de hiper-vigilância contra ameaças.

Ou seja, no mundo mais competitivo dos homens, há mais violência (quase 90% da população carcerária é masculina, dado sempre ignorado pelas feministas), e também mais disposição para assumir funções perigosas e desafiadoras, que normalmente pagam maiores salários. Enquanto o mundo das relações públicas é dominado por mulheres, o mundo da pesca e da pilotagem de aviões é predominantemente masculino.

Será que esse dado teria alguma ligação com salários maiores, na média, para os homens? A resposta é óbvia para qualquer um que não perdeu o juízo, que tem um pingo de inteligência e honestidade intelectual. Isso, aparentemente, exclui 99,9% das feministas…

Rodrigo Constantino

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Sobre / 

Rodrigo Constantino

Economista pela PUC com MBA de Finanças pelo IBMEC, trabalhou por vários anos no mercado financeiro. É autor de vários livros, entre eles o best-seller “Esquerda Caviar” e a coletânea “Contra a maré vermelha”. Contribuiu para veículos como Veja.com, jornal O Globo e Gazeta do Povo. Preside o Conselho Deliberativo do Instituto Liberal.

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