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Os bárbaros deveriam saber quando foram conquistados

A imagem da barbárie: golpistas pensam que o Palácio do Planalto é seu. Fonte: GLOBO (Foto: )

Leio a notícia de que os petistas que participavam de evento ontem com o ministro Aloisio Mercadante ficaram eufóricos quando souberam da malandragem de seu mais novo herói, Waldir Maranhão – cujo “heroísmo” durou pouco. Começaram a gritar, se abraçar, tirar fotos fazendo o V de vitória.

Nem vem ao caso, aqui, comentar o absurdo do que fizeram esses “militantes”, eufemismo para milicianos, sob a anuência dos próprios políticos do PT. Isso só demonstra, uma vez mais, como essa gente despreza as instituições republicanas, nossa democracia, nossa Justiça. Julgam-se acima das leis, do povo, dos demais poderes, de tudo! São… bárbaros.

E justamente por serem bárbaros, que só acreditam na linguagem da violência e da intimidação, lembrei-me desta cena de abertura do filme “Gladiador”, em que os bárbaros da Germânia se recusam a aceitar que já foram derrotados pelos romanos, depositários da civilização à época. “As pessoas deveriam saber quando já foram conquistadas”, diz o militar:

Os petistas golpistas e bárbaros esperneiam, ameaçam, invadem o Planalto com a aprovação do próprio governo, gritam contra o “golpe”, fazem showzinho no Senado, queimam pneus e paralisam estradas. Enfim, agem como os bárbaros acéfalos que são.

Ainda não perceberam que já foram conquistados, pela lei, pela Constituição, pela democracia. Foram derrotados, e como são péssimos perdedores, deselegantes, cospem, lançam uma cabeça em cima dos adversários, e vibram eufóricos com a demonstração incrível de poder: “vejam, seus malditos, engulam essa!”

As pessoas deveriam saber quando já foram conquistadas. Os bárbaros nunca sabem…

Rodrigo Constantino

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