Encontre matérias e conteúdos da Gazeta do Povo

A doutrinação marxista é mundial

Tenho exposto aqui no blog vários casos de gritante doutrinação marxista nas faculdades brasileiras, especialmente as federais. Não é o simples fato de Marx ser estudado como pensador, como alegam os bobinhos marxistas. Claro que isso faz parte, mesmo sabendo-se que o sujeito errou em praticamente tudo e foi responsável pela utopia revolucionária mais nefasta da história da humanidade.

O problema é o viés mesmo, a reverência, o foco excessivo, a lavagem cerebral, os seminários e palestras que tratam o marxismo como uma doutrina louvável, e não como o retumbante fracasso que é. Para cada vez que o nome Adam Smith é mencionado numa dessas universidades, o nome Marx deve ser citado umas cem vezes!

Mas se no Brasil essa doutrinação marxista está em estágio assustador, vale notar que não é exclusividade nossa (ainda que a pregação marxista renda mais frutos abaixo da linha do Equador, onde há mais miséria e ignorância). Como prova, um leitor me mandou esse cartaz de sua faculdade… na Alemanha!

Marxismo na Alemanha

Você, como eu, deve pensar que o Muro de Berlim foi derrubado em 1989, que o rastro evidente de desgraça que o marxismo deixou do lado oriental seria suficiente para que a simples menção de seu nome fosse motivo de briga e revolta, que nenhum alemão jamais ousaria citar essa doutrina novamente. Mas, assim como eu, estaria enganado.

Quando pensamos que há até nazistas alemães ainda hoje, essa constatação do viés marxista parece menos espantosa. Mas o triste fato é que muitos não aprendem nem mesmo com a experiência! O mais inteligente, claro, é aprender com a lógica, a observação, e jamais flertar com essas doutrinas bizarras e coletivistas. Mas não aprender nem mesmo com o passado recente? Isso é incrível sim.

“Marxismo Revolucionário – Teoria para ação”, diz o cartaz. O leitor escreve na mensagem: “Por ser uma faculdade de tecnologia, a maior parte do pessoal está mais preocupada em estudar do que filosofar. Por isso esse tipo de propaganda não pega muito por lá. Mas dar uma volta na Humboldt e na Freie Universität é como voltar ao tempo do entre-guerras”.

É isso, gente. A praga marxista não morre, nem mesmo após cem milhões de inocentes sacrificados no altar de sua utopia igualitária. Quantos mais precisam morrer, viver na miséria ou ser escravizados para que esse povo entenda que o “fim dos meios privados de produção” e a “ditadura do proletário” significam sempre, inexoravelmente, morte, miséria e escravidão?

Principais Manchetes

Receba nossas notícias NO CELULAR

WhatsappTelegram

WHATSAPP: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp. Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.